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O Governo de São Paulo anunciou, na última quarta-feira (12), o calendário para o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente ao exercício de 2026.

O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado e traz informações importantes sobre as datas de pagamento, opções de parcelamento e condições para proprietários de veículos de carga.

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O vereador Wilson Zuffa, presidente da Câmara Municipal de Barueri, foi escolhido pela União dos Vereadores do Brasil (UVB) para concorrer ao Troféu Presidente Destaque 2025. Esta honraria é concedida a presidentes de Câmaras Municipais que se destacam por suas gestões eficientes, transparentes e inovadoras.

A seleção de Zuffa é um reconhecimento ao seu trabalho exemplar na condução do Legislativo municipal. A UVB destacou que a escolha dos homenageados visa valorizar líderes que promovem boas práticas administrativas e contribuem para o fortalecimento das instituições públicas. Entre os critérios avaliados estão a transparência, o compromisso com a população e a capacidade de aprimorar o funcionamento das Casas de Leis.

No total, apenas quatro presidentes de Câmaras do Estado de São Paulo foram selecionados, além de Wilson Zuffa, estão Marco Antonio de Sousa (Praia Grande), Ramon Lamartine de Moraes (Morungaba) e Adilson dos Santos Junior (Santos). Ao todo, 250 presidentes de Câmaras de um total de 5.569 no Brasil serão premiados.

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A Câmara Municipal de Barueri foi agraciada com um selo de reconhecimento pela Associação Paulista das Escolas do Legislativo e Contas (Apel), em virtude do trabalho desenvolvido pela Escola do Parlamento 26 de Março.

O presidente da Câmara de Barueri, vereador Wilson Zuffa (Republicanos), destacou a importância deste reconhecimento durante a sessão realizada no dia 21 de outubro. Segundo Zuffa, a educação legislativa é uma política pública consolidada no município e o selo representa a confirmação dos objetivos estabelecidos pela Câmara. “Queremos que a Câmara de Barueri esteja sempre de portas abertas, promovendo a participação popular e a transmissão do conhecimento”, afirmou.

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Foto: Marco Miatelo/CMB

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A Prefeitura de Barueri foi reconhecida em nível nacional durante a cerimônia do Prêmio Brasil Digital Ozires Silva 2024/2025, realizada na última segunda-feira (3) no Sheraton SP WTC Hotel, em São Paulo.

A cidade conquistou o prêmio na categoria Destaque Nacional, sendo elogiada por suas práticas inovadoras em transformação digital na gestão pública.

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No próximo dia 19 de outubro, a Prefeitura de Barueri realizará a inauguração do Parque da Juventude, um espaço dedicado ao lazer e à cultura, que contará com diversas atividades para toda a família. A cerimônia de abertura está programada para as 10h e promete atrair moradores e visitantes da região.

O Parque da Juventude foi projetado para ser um ponto de encontro para os jovens e suas famílias, oferecendo uma ampla gama de opções de entretenimento. Entre as atividades programadas estão oficinas de arte, apresentações musicais, e atividades esportivas. O espaço também contará com áreas verdes, playgrounds e equipamentos de ginástica ao ar livre, promovendo a saúde e o bem-estar da comunidade.

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Uma pesquisa recente realizada em Santana de Parnaíba, município localizado na Grande São Paulo, revelou que 75,95% da população aprova a gestão do prefeito Elvis Cezar, do partido Republicanos.

O levantamento, que abrangeu moradores de todos os bairros da cidade, demonstra um alto índice de satisfação com os serviços públicos oferecidos pela administração municipal.

Além da educação e segurança, outros setores também apresentaram resultados positivos. A preservação do meio ambiente foi considerada boa por 43,8% dos entrevistados, enquanto a saúde obteve uma avaliação positiva de 36,37%, com 9,92% classificando-a como excelente e 26,45% como boa. Esses dados reforçam a imagem de Santana de Parnaíba como uma das cidades mais bem avaliadas da região.

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A cidade de Jandira concluiu com êxito a 4ª Edição da Campanha de Castração, promovendo um grande mutirão de cuidados voltado ao bem-estar animal. Durante três dias, mais de 600 cães e gatos foram castrados e microchipados, em uma iniciativa que reforça o compromisso do município com o controle populacional ético e a saúde dos pets.

A ação, organizada pela Secretaria do Meio Ambiente, teve como objetivo principal prevenir doenças graves, como infecções uterinas e tumores, além de reduzir comportamentos agressivos e a incidência de fugas. A castração também é uma ferramenta eficaz no combate ao abandono de animais, realidade ainda presente nas ruas da cidade.

Outro benefício oferecido durante a campanha foi a implantação de microchips, medida que aumenta a segurança dos animais e facilita sua identificação em caso de perda ou extravio.

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Foto: Divulgação/PMJ

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Banco Central decreta liquidação do Pleno

O anúncio da liquidação extrajudicial do Banco Pleno pelo Banco Central do Brasil acrescenta um novo capítulo à história recente de intervenções no sistema financeiro, ao mesmo tempo em que testa, mais uma vez, os mecanismos de proteção a depositantes e a capacidade das autoridades de conter focos localizados de instabilidade. Em nota oficial, a autarquia comunicou, nesta quarta‑feira, a retirada ordenada da instituição do Sistema Financeiro Nacional, estendendo o regime especial também à Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, ambas integrantes do conglomerado prudencial Pleno.

Segundo o Banco Central, a medida não foi repentina, mas resultado de um processo de deterioração prolongada, marcado pelo comprometimento da situação econômico‑financeira do banco, agravado por problemas de liquidez e pelo descumprimento de normas prudenciais e de determinações da supervisão. Em termos técnicos, a nota fala em “comprometimento da situação econômico‑financeira, com deterioração da liquidez, infringência às normas que disciplinam a atividade bancária e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”, fórmula que traduz, em linguagem institucional, um quadro de fragilidade patrimonial combinado com falhas de governança e de conformidade regulatória.

A instituição, rebatizada como Banco Pleno após ter operado sob a marca Voiter, era controlada por Augusto Ferreira Lima, ex‑CEO e ex‑sócio do Banco Master, e liderava um conglomerado classificado no segmento S4 da regulação prudencial, isto é, de pequeno porte, com participação modesta no conjunto do sistema. De acordo com dados divulgados pela autoridade monetária, o grupo detinha cerca de 0,04% do ativo total e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional, com passivo estimado em R$ 6,8 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 5,2 bilhões concentrados em CDBs e cerca de R$ 760 milhões em letras financeiras. Essa dimensão reduzida, embora limite o potencial de contágio sistêmico, não é desprezível do ponto de vista dos investidores e depositantes diretamente expostos.

A liquidação extrajudicial, ao contrário de uma simples intervenção temporária, pressupõe o diagnóstico de que já não há um plano viável de recuperação. Trata‑se de um mecanismo de resolução em que o funcionamento do banco é interrompido, suas atividades operacionais são suspensas e todas as obrigações passam a ser consideradas vencidas, para que se proceda à apuração ordenada do ativo e do passivo e à satisfação, na medida do possível, dos credores, segundo a ordem legal de preferência. Nos termos da legislação em vigor, a decretação do regime torna indisponíveis os bens dos controladores e administradores, enquanto o Banco Central conduz, paralelamente, processos administrativos destinados a apurar responsabilidades, que podem resultar em sanções e remessa de elementos a outros órgãos, inclusive de persecução penal.

O contexto que antecedeu a decisão é revelador. Desde 2025, o mercado vinha sinalizando desconfiança crescente em relação ao risco de crédito do Banco Pleno, com seus títulos sendo negociados no mercado secundário a taxas significativamente superiores ao CDI, reflexo da venda forçada de papéis e da dificuldade da instituição em se financiar a custos compatíveis. Em novembro do ano passado, o Banco Central já havia adotado medidas para desarticular o conglomerado, após identificar problemas de solvência, indícios de irregularidades contábeis e risco de contaminação de outras entidades ligadas ao chamado “caso Master”, que envolveu investigações sobre operações do Banco Master e de estruturas a ele associadas.

A partir da liquidação, o foco desloca‑se, inevitavelmente, para a proteção dos clientes. Os saldos de contas de depósito e uma ampla gama de aplicações estão cobertos pela rede de segurança do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que já se prepara para indenizar credores elegíveis assim que o liquidante, nomeado pelo Banco Central, consolidar as informações necessárias. Pelas regras atuais, cada CPF ou CNPJ tem cobertura até o limite de R$ 250 mil por instituição, respeitado o teto global de R$ 1 milhão, renovável a cada quatro anos, abrangendo depósitos à vista e a prazo, CDBs, RDBs e letras de crédito de natureza imobiliária e do agronegócio. Estimativas divulgadas pelo próprio FGC indicam que a exposição potencial decorrente da quebra do Banco Pleno pode chegar a R$ 4,9 bilhões, alcançando aproximadamente 160 mil credores, cifra que dimensiona a magnitude do esforço de ressarcimento, ainda que diluída ao longo do tempo.

Para além da rede de garantia, a liquidação extrajudicial expõe de forma pedagógica a centralidade da confiança no funcionamento do sistema bancário. Analistas de crédito lembram que, em um banco comercial, a liquidez é o oxigênio que mantém a engrenagem em movimento: sem capacidade de rolar captações, renovar depósitos e acessar o mercado, mesmo instituições com ativos relevantes podem entrar rapidamente em colapso operacional. No caso do Banco Pleno, a escalada das taxas exigidas pelos investidores em seus CDBs e letras financeiras sinalizava, há meses, uma espécie de plebiscito silencioso sobre a confiança na instituição, que acabou por se tornar insustentável.

Do ponto de vista regulatório, a decisão reforça a estratégia do Banco Central de atuar com firmeza em conglomerados menores que apresentem sinais de risco elevado, mesmo quando a participação no sistema é relativamente modesta. A lógica é evitar que focos de desorganização contábil, infração normativa e gestão temerária se convertam em vetores de contágio, seja por vínculos societários com outras instituições, seja por efeitos reputacionais em segmentos específicos do mercado de capitais. Nesse sentido, a liquidação do Banco Pleno dialoga com um ciclo mais amplo de intervenções decorrentes do caso Master, em que o regulador buscou, ao longo de meses, estancar potenciais riscos antes que se amplificassem.

Para os pequenos poupadores, porém, a linguagem da macroprudência convive com preocupações prosaicas: quando o dinheiro ficará disponível, como acionar o FGC, de que maneira identificar o saldo elegível à garantia. Guias publicados por especialistas em investimento reiteram que, uma vez deflagrada a liquidação, a prioridade é acompanhar as comunicações oficiais do Fundo Garantidor, que abrirá, em momento oportuno, canais digitais para verificação de valores e instruções de resgate, normalmente vinculados ao CPF do investidor e às instituições pagadoras conveniadas. Embora o histórico de atuações do FGC indique elevado grau de efetividade na restituição de valores garantidos, o processo não é instantâneo e exige um intervalo técnico até a consolidação da base de dados fornecida pelo liquidante.

A liquidação do Banco Pleno, portanto, opera em múltiplos planos. No plano sistêmico, é um exercício de contenção de danos e de reafirmação da vigilância prudencial, com um recado claro ao mercado sobre os limites da tolerância regulatória a desajustes de liquidez e infracções normativas. No plano institucional, representa o encerramento de um ciclo conturbado, em que uma instituição de pequeno porte, nascida de reestruturações sucessivas e mudanças de controle, não logrou recompor a confiança necessária para sobreviver em um ambiente de juros elevados e competição intensa por funding. No plano individual, é um lembrete concreto, para milhares de investidores de varejo, da importância de diversificar relações bancárias e observar, com atenção redobrada, os sinais de mercado que antecedem movimentos de ruptura.

Em última instância, o episódio devolve à agenda pública um tema que, não raro, se oculta sob a superfície de números e jargões técnicos: a delicada equação entre liberdade empresarial, disciplina de mercado e intervenção estatal em um setor em que a matéria‑prima mais valiosa não é apenas o capital, mas a confiança.

Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
HostingPRESS – Agência de Notícias de São Paulo. Conteúdo distribuído por nossa Central de Jornalismo. Reprodução autorizada mediante crédito da fonte.

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