Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 3.033 da Mega-Sena, sorteadas neste domingo (19).
Os números sorteados foram 18 – 21 – 23 – 43 – 55 – 58.
Com isso, o prêmio da faixa principal para o próximo sorteio, na terça-feira (21), está estimado em R$ 42 milhões.
A quina teve 34 apostas ganhadoras, e cada uma vai receber R$ 59.283,30. Já a quadra registrou 2.901 apostas vencedoras, e cada ganhador receberá um prêmio de R$ 1.145,28.
As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
Fonte: Agência Brasil | Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil
A partir desse final de semana os horários e dias de jogos dos sorteios dos concursos regulares das modalidades lotéricas da Caixa dos sábados passarão a ocorrer aos domingos, às 11h.
Para o próximo sorteio, no domingo (19), o prêmio da faixa principal da Mega-Sena é estimado em R$ 35 milhões.
Com a mudança, as apostas terão prazo estendido. Nas lotéricas e aplicativos, os apostadores poderão tentar a sorte até as 22h de sábado e, para os Bolões em canais eletrônicos, até as 10h45 dos domingos.
Em 2025 foram arrecadados R$ 26,61 bilhões com as 12 loterias federais diferentes comercializadas pelas casas lotéricas. As maiores arrecadações foram da Mega-Sena, com R$ 10,8 bilhões em 2025, seguido pela Lotofácil, com R$ 8,4 bi e pela Quina, com R$ 3,4 bi.
Os canais de transmissão dos sorteios permanecem os mesmos, ao vivo pelas redes sociais oficiais da CAIXA e pelo portal G1.
Fonte: Agência Brasil | Foto: Fábio Pozzebom/Ag. Brasil
Policiais federais fazem nesta quarta-feira (15) uma operação para investigar suspeitos de usar operações de crédito consignado para lesar servidores públicos, aposentados e pensionistas. A Operação Fugazi cumpre 13 mandados de busca e apreensão no Mato Grosso, São Paulo e Rio Grande do Sul.
De acordo com a Polícia Federal (PF), há indícios de que empresas ligadas aos alvos da operação Fugazi apresentavam aos consumidores um suposto cartão de crédito consignado que, na prática, funcionava como empréstimo consignado com juros elevados e com mecanismos que dificultavam a quitação da dívida.
Isso gerava, segundo a PF, prejuízos ao consumidor, ao potencialmente ocasionar aumento do saldo devedor.
Também são investigados possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e lavagem de dinheiro. Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis e o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
Projeções climáticas da i4sea indicam que o Brasil terá até 127 dias de calor extremo por ano até 2075, frente aos 6 dias atuais.
Para chegar ao resultado a i4sea aplicou ao território brasileiro mais de 26 modelos climáticos globais — entre eles o MPI-ESM1-2-HR, do Instituto Max Planck de Meteorologia — e hiperlocalizou os resultados para um horizonte até 2075.A i4sea é uma plataforma de inteligência climática que apoia empresas com ativos e operações impactados pelo clima em decisões estratégicas e operacionais. A ii
Segundo o estudo, a temperatura máxima média do país sobe 1,7 graus Celsius (°C), com aquecimento que chega a 7°C em algumas regiões.
O recorte regional do levantamento aponta a Região Norte como a mais exposta em 2075, com aumento médio de 2,8°C na temperatura máxima e projeção de 193 dias de calor extremo por ano.
Rondônia lidera o ranking estadual, com alta projetada de 3,95°C. “Em paralelo, o estudo indica uma tendência de até 13 ondas de calor anuais no país o que muda a forma como setores como energia, infraestrutura, saúde e logística precisam pensar continuidade operacional”, diz a i4sea.
O Centro-Oeste aparece em seguida, com aumento projetado de 2°C e salto de 5 para 107 dias de calor extremo por ano. Já no Sul, onde o aumento médio é mais contido (1,1°C), os dias de calor extremo passam de 4 para 38 por ano.
Acre e Roraima aparecem logo atrás de Rondônia no ranking estadual, com aumentos projetados de 3,36 °C e 3,16 °C, respectivamente. Em Roraima, a projeção indica até 250 dias de calor extremo por ano até 2075, ou seja, cerca de dois terços do ano sob essa condição.
O diretor presidente da empresa, Mateus Lima, afirma que o papel da plataforma é entregar para o tomador de decisão um cenário climático tão claro quanto qualquer outro indicador de planejamento estratégico como receita, câmbio, mão de obra.
“O que os dados mostram é que o calor deixará de ser um evento sazonal para virar uma variável permanente do plano de negócios. Quem incorpora isso agora ganha tempo para adaptar infraestrutura, processos e proteger as pessoas que fazem a operação acontecer”, afirmou Lima.
Foram publicadas nesta sexta-feira (10) à noite as novas regras para a publicidade das plataformas de apostas esportivas, as chamadas bets. As medidas, que entram em vigor em 17 de julho, tornam obrigatória a exibição de advertências do Ministério da Fazenda em todas as campanhas e ampliam as restrições ao conteúdo das propagandas, com proibição de anúncios que incentivem apostas como forma de ganhar dinheiro ou utilizem comentaristas para influenciar o público.
Todas as propagandas de empresas autorizadas a operar no Brasil deverão exibir uma das seguintes mensagens:
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro”;
• “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo a portaria, os avisos deverão aparecer na horizontal, de forma clara, legível e proporcional ao restante da publicidade, ocupando pelo menos 10% do comprimento ou do tamanho do anúncio.
O modelo é semelhante ao utilizado em campanhas publicitárias de produtos como cigarros e bebidas alcoólicas.
Novas restrições
Além das advertências, as portarias estabelecem uma série de proibições para as campanhas publicitárias das bets.
Entre as principais vedações estão:
• apresentar apostas como investimento, fonte de renda ou solução financeira;
• sugerir ganho fácil ou enriquecimento rápido;
• criar senso de urgência para estimular apostas imediatas;
• divulgar histórico de premiações ou ganhos para incentivar apostas;
• induzir consumidores ao erro com informações falsas ou enganosas;
• utilizar mensagens de cunho sexual, discriminatório ou ofensivo;
• direcionar publicidade a crianças e adolescentes.
Também ficam proibidas campanhas que associem apostas ao sucesso pessoal, social ou financeiro ou que apresentem o jogo como prioridade na vida.
Comentaristas proibidos
As novas regras também atingem transmissões esportivas e programas de análise.
A partir da entrada em vigor das portarias, comentaristas, especialistas e analistas não poderão utilizar sua autoridade técnica para sugerir ou recomendar apostas específicas durante eventos esportivos.
A norma proíbe a divulgação de estratégias, análises ou opiniões capazes de influenciar a realização de apostas em determinado jogo ou mercado.
Na quinta-feira (9), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, havia anunciado a edição das portarias. Segundo ele, a intenção é impedir que comentários técnicos sirvam como incentivo ao jogo.
Empresas ilegais
O governo também reforçou que veículos de comunicação, plataformas digitais, agências de publicidade e demais meios de divulgação não poderão veicular anúncios de empresas de apostas que não tenham autorização para operar no Brasil.
Conforme Durigan, a política do governo é “tolerância zero” com as bets ilegais.
A medida complementa outras ações adotadas nas últimas semanas, como a notificação de fintechs que movimentavam recursos de plataformas clandestinas e a derrubada de milhares de sites irregulares.
Penalidades
O descumprimento das novas regras poderá resultar em sanções administrativas às empresas autorizadas.
As punições previstas incluem:
• multas de até 20% do faturamento da operadora;
• suspensão da autorização de funcionamento por até 180 dias;
• cassação da licença em casos de reincidência grave.
Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informou que veículos e empresas responsáveis pela divulgação de publicidade irregular poderão receber multas de até R$ 14 milhões.
O governo também prevê responsabilizar as casas de apostas caso influenciadores contratados descumpram as regras, além da possibilidade de remoção do conteúdo considerado irregular.
O Colégio Cruzeiro, escola de elite do Rio de Janeiro, acionou a Polícia Civil por conta de lista de cunho sexual com nomes de estudantes, todas adolescentes, feita em plataforma online.
A lista expunha, constrangia e humilhava as meninas. O caso extrapolou os muros da escola e teve grande repercussão. A investigação está em andamento na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) que, segundo a Polícia Civil, realiza todas as diligências para apurar os fatos.
A Agência Brasil conversou com especialistas sobre o papel da escola e das famílias em casos como este, em que adolescentes são responsáveis por agressões e violências.
Segundo a professora da faculdade de educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Telma Vinha, a escola é um espaço de aprendizagem. A situação mostra a necessidade de um trabalho constante de discutir e conscientizar os estudantes.
“Uma situação como essa tem muitas camadas e essas camadas devem ser trabalhadas como prevenção, de uma maneira muito mais sistematizada e contínua”, defende. “A função da escola é que os problemas, as violências, os conflitos, eles podem ser oportunidades de aprender a viver socialmente”, acrescenta.
A professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Denise Carreira, ressalta que além do papel pedagógico, cabe a escola acionar os órgãos competentes nos casos de atos infracionais cometidos por crianças e adolescentes com menos de 18 anos.
“O papel prioritário da escola é pedagógico, mas a nossa legislação, o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] coloca a importância da escola identificar as situações, acolher as vítimas e notificar também o conselho tutelar e a rede de proteção para justamente buscar formas de atuação nessas situações”, diz. “A nossa legislação também, inclusive, o ECA, reconhece que os adolescentes também podem ser sujeitos de atos infracionais”.
O que pode ser feito?
De acordo com Vinha, o foco da intervenção da escola, em casos como este, é colocar a vítima em primeiro lugar. “A violência, você não pode minimizar ou justificar, mas o que você pode fazer é trabalhar a gravidade, os impactos daquilo”.
Um aspecto importante, segundo a professora é a escuta cuidadosa de cada uma das vítimas. “Tem que ser aquela escuta cuidadosa no sentido que deixa muito claro que ela não tem responsabilidade nisso. Deixa muito claro que a escola, que a família vai protegê-la de novas exposições. Então, é justamente falar sobre ela, como ela se sente. Que que ela gostaria que fosse feito”.
E alerta: “Tem que tomar muito cuidado para essa escuta não virar interrogatório ou curiosidade que a gente tem. E essa escuta ajuda inclusive a orientar a escola nos próximos passos com os autores”.
Em relação aos autores, uma das recomendações é uma conversa individual, já que muitas vezes o comportamento em grupo que leva a infrações como as praticadas.
“A nossa questão é o que os envolvidos têm que aprender sobre isso”, diz. “Pode-se trabalhar com eles formas de restauração, ou seja, que conhecimentos eles precisam ter para saber a gravidade do que eles fizeram”, diz Vinha.
Educação e gênero
Carreira destaca a importância de escolas discutirem questões que envolvam assimetrias de gênero, o que contribui para o combate a violência contra mulheres e contra pessoas LGBT.
“Não tem como a gente avançar no enfrentamento da violência contra meninas, mulheres, população LGBTQIA+ sem a gente fazer essa conversa séria nas escolas”, diz.
Segundo ela, um ponto central é discutir as masculinidades, para que os próprios meninos tenham uma compreensão do papel que exercem na sociedade e possam construir relações mais igualitárias.
“A masculinidade tóxica ou hegemônica, que é essa masculinidade que também leva muitos meninos ao sofrimento e está muito ancorada em perspectivas de dominação, de desqualificação do feminino, não reconhecimento das próprias emoções”, diz.
“Nós precisamos conseguir desmontar e conversar sobre isso nas escolas por meio de rodas de conversa, por meio de projetos, atuando na formação também dos profissionais de educação. Isso é fundamental pra gente inclusive enfrentar o feminicídio”, defende Carreira.
Carreira destaca ainda que a lei Maria da Penha estabelece que as escolas devem debater gênero e raça como forma de enfrentar o fenômeno da violência contra meninas e mulheres. “A lei foi expandida também para se pensar a agenda LGBTQIA+, então, é importante dizer que esse silenciamento, ele acaba comprometendo e ceifando vidas. Prejudicando vidas não só de meninas, mulheres, população LGBT, mas dos próprios meninos. Muitos meninos sofrem violência por não performarem essa masculinidade hegemônica e para os que a performam também acarreta muito sofrimento”.
Colégio Cruzeiro
Em nota, o Colégio Cruzeiro diz que o bem-estar e a segurança dos alunos “são prioridades absolutas” e que repudia “qualquer atitude de exposição que os afetem”. Quanto à autoria e punição, no âmbito penal, a escola afirma que as autoridades competentes estão cumprindo o seu papel investigativo.
Colégio Cruzeiro do Rio de Janeiro Foto: Colégio Cruzeiro.
“Assim que tomamos conhecimento dos fatos, acionamos as autoridades por meio de boletim de ocorrência, exigimos a remoção do conteúdo junto à plataforma — o que já foi feito —, alertamos as famílias e iniciamos o apoio integral às alunas e suas famílias”, informou a escola.
A nota acrescenta: “Entendemos que o papel da escola vai além do ensino acadêmico, incluindo a formação integral do ser humano. A conduta ética e a responsabilidade digital são temas recorrentes da sociedade contemporânea. Por isso, oferecemos constantemente a nossos 3 mil alunos, campanhas de conscientização com palestras de juízes, psicólogos, especialistas em tecnologia, delegados, entre outros”.
A escola afirma ainda que a postura reflete a tradição e os valores de uma instituição que, ao longo de seus 164 anos, formou gerações pautadas pelo respeito e pelo desenvolvimento humano integral. “Com base nos princípios e valores educacionais, a escola permanece atenta às medidas pedagógicas que lhe cabem para o zelo e preservação do ambiente formativo”, diz.
Fonte: Ag. Brasil | Foto: Divulgação/Colégio Cruzeiro
Selecionados atuarão como Agentes de Atendimento e Segurança nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda após treinamento remunerado
A ViaMobilidade está com 38 vagas abertas para o programa de trainee de Agente de Atendimento e Segurança (AAS) nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, na Grande São Paulo. As oportunidades são destinadas a 28 mulheres negras e pardas e 10 pessoas com deficiência, preferencialmente mulheres com baixa visão, deficiência auditiva ou ausência de algum membro.
As contratações serão imediatas, mas todos os aprovados passarão por três meses de treinamento remunerado, período em que já terão acesso aos benefícios oferecidos pela empresa.
Para participar do processo seletivo é necessário ter concluído o ensino médio. Possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B é considerado um diferencial, mas não é obrigatório.
Como o cargo exige atuação em estações e trens, os candidatos também deverão passar por um Teste de Aptidão Física (TAF), etapa destinada a verificar se possuem condições físicas para exercer as atividades da função.
Além do salário, a empresa oferece assistência médica, hospitalar e odontológica, seguro de vida, vale-refeição ou alimentação, vale-transporte ou estacionamento, previdência privada, licença-maternidade de 180 dias, licença-paternidade de 20 dias, auxílio-creche, acesso ao Wellhub, folga no aniversário e participação nos lucros e resultados (PLR).
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (4) um alerta amarelo de chuvas intensas para diversas cidades localizadas nos estados do Ceará, da Paraíba, do Piauí, do Maranhão e do Rio Grande do Norte. O alerta amarelo é o de menor gravidade utilizada pelo Inmet e indica situação de perigo potencial.
O alerta vale para todo este sábado e indica que o acumulado de chuvas para o período pode ficar entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia.
Também foi emitido alerta amarelo de chuvas intensas para diversas cidades localizadas na Região Norte do país, nos estados de Roraima, Pará, Amapá e Amazonas.
Queda de temperatura
Já para os estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná, o Inmet emitiu alerta amarelo para queda de temperatura. Segundo o instituto, as temperaturas podem cair entre 3 e 5 graus (°C).
Na capital paulista, a temperatura máxima hoje não deve passar dos 17°C e a mínima é estimada em 13°C à noite. Por causa disso, a Defesa Civil da Cidade de São Paulo decretou estado de atenção para baixas temperaturas.
O Inmet também emitiu alerta amarelo para declínio de temperatura nos estados de Rondônia, do Amazonas, de Mato Grosso e do Acre.
O Governo de São Paulo inaugurou, nesta quinta-feira (25), duas obras em Carapicuíba para ampliar a mobilidade urbana e as opções de lazer para a população. Com investimentos de R$ 24,5 milhões viabilizados pela Secretaria de Governo e Relações Institucionais, em parceria com a Prefeitura, o Estado entregou a Avenida Pirarucu, nova ligação viária entre Carapicuíba e Barueri, e o Centro de Eventos Municipal, que amplia a oferta de atividades esportivas, culturais e de lazer para os moradores. As entregas fizeram parte da 18ª edição da Caravana 3D – Desenvolvimento, Dignidade e Diálogo, que percorreu a Região Metropolitana de São Paulo.
“A Avenida Pirarucu é uma obra que vimos nascer. Viemos aqui quando tudo ainda estava começando e, hoje, estamos entregando uma nova ligação viária para a população. Também estamos inaugurando o Centro de Eventos, um espaço voltado à cultura, ao esporte, à educação e à convivência. São investimentos que transformam a cidade e melhoram a qualidade de vida das pessoas”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.
A via recebeu investimento total de R$ 19,5 milhões e beneficia mais de 730 mil moradores dos dois municípios. Com 2 quilômetros de extensão, a nova via conta com pavimentação, drenagem, sinalização e iluminação pública, criando uma alternativa ao tráfego local e facilitando o acesso a equipamentos públicos, ao transporte coletivo e a importantes polos urbanos da região.
A obra melhora a conexão entre Carapicuíba e Barueri, amplia a integração regional e oferece uma nova rota para os moradores, reduzindo o tempo de deslocamento e evitando trechos de intenso fluxo de veículos.
Centro contempla esporte, cultura e lazer
O Centro de Eventos Municipal de Carapicuíba foi realizado por meio de convênio no valor de R$ 5 milhões, contrapartida municipal de R$ 155,9 mil e vai oferecer gratuitamente atividades esportivas, culturais e de lazer para a população.
Entre os equipamentos disponíveis estão quadras poliesportivas, rampas de skate, mesas para jogos de tabuleiro e áreas destinadas à realização de shows, exposições e eventos comunitários. Além da reforma das instalações existentes, o complexo foi ampliado e teve o entorno revitalizado, incluindo melhorias no estacionamento e nas áreas de circulação.
As entregas integram os investimentos do Governo de São Paulo em infraestrutura urbana na Região Metropolitana. Desde 2023, por meio da SGRI, já foram repassados R$ 824,5 milhões em convênios para municípios da RMSP. A pasta também firmou 232 convênios com 38 cidades da região, que representam aproximadamente R$ 482 milhões em investimentos destinados à implantação de praças, sistemas de lazer, infraestrutura urbana e edificações públicas.
O Fundo Social de Solidariedade de Cajamar promoveu mais uma edição do Varal Solidário no Centro Cultural do Ponunduva, oferecendo roupas, agasalhos e calçados para famílias da região.
A iniciativa tem como objetivo proporcionar mais conforto e dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade social, especialmente durante o período de baixas temperaturas. Durante a ação, os moradores puderam escolher gratuitamente as peças de acordo com suas necessidades, em um ambiente organizado e acolhedor.
Os itens disponibilizados são resultado das doações recebidas pelo Fundo Social, incluindo as arrecadações da campanha Inverno Solidário 2026 – Juntos Aquecendo Vidas, que continua mobilizando a população para ampliar o atendimento às famílias que mais precisam.
A campanha segue aberta e a população pode colaborar com a doação de roupas, agasalhos, cobertores e calçados em bom estado de conservação nos pontos de arrecadação distribuídos pelo município.
Segundo o Fundo Social, cada doação representa um gesto de solidariedade e contribui para garantir mais proteção e conforto às famílias durante o inverno.