Defesa Civil de SP mobiliza força-tarefa pela primeira vez na Operação El Niño

Equipes estaduais e de cinco municípios atuam em Estiva Gerbi após rajadas de vento de 75 km/h; balanço estadual também registra ocorrências em outras cidades e buscas por dois desaparecidos em Colômbia

A Defesa Civil do Estado de São Paulo mobilizou, neste sábado (17), a força-tarefa estadual para atendimento às ocorrências provocadas pelas fortes rajadas de vento em Estiva Gerbi, na região de Campinas. Este é o primeiro acionamento da estrutura desde o início da SP Sempre Alerta – Operação El Niño 2026/2027, lançada na quinta-feira (15) para reforçar a preparação e a capacidade de resposta do Estado diante dos riscos associados aos eventos meteorológicos.

As rajadas de vento chegaram a 75 km/h e provocaram quedas de árvores, danos à rede elétrica e destelhamentos de imóveis. A mobilização reúne equipes da Defesa Civil estadual e das Defesas Civis de Indaiatuba, Valinhos, Mogi Guaçu, Espírito Santo do Pinhal e Atibaia.

As equipes realizam vistorias, auxiliam na desobstrução de vias e prestam apoio às ações emergenciais nas áreas atingidas. A Defesa Civil estadual também encaminhou lonas plásticas para a cobertura provisória de imóveis danificados, contribuindo para proteger os moradores das condições climáticas enquanto os reparos são organizados.

O município registrou aproximadamente 35 quedas de árvores e entre 10 e 15 postes afetados. Entre as áreas atingidas estão os bairros Jardim Anhumas, Jardim Lourdes, Jardim Taguá e Jardim São José, além da região rural do Morro do Pica-Pau. A ocorrência também afetou o fornecimento de energia elétrica em áreas do município, mobilizando equipes da concessionária para os reparos.

A atuação integrada entre Estado e municípios permite ampliar a capacidade operacional no atendimento às ocorrências, compartilhar recursos e acelerar os trabalhos de recuperação. O acionamento da Força-Tarefa demonstra a aplicação prática da estrutura de resposta prevista para a operação, com reforço de equipes no território e apoio direto à administração municipal.

Ocorrências em outras regiões do Estado

Além de Estiva Gerbi, a Defesa Civil acompanha registros de impactos das chuvas em São Luiz do Paraitinga, Agudos, Itapevi, Jundiaí, Paulicéia, Jaú, Arujá e Presidente Prudente.

As ocorrências incluem quedas de árvores e muros, alagamentos, erosões e deslizamentos de terra. Em diferentes municípios, as equipes locais atuam na limpeza de áreas afetadas, na desobstrução de vias, na avaliação de estruturas e no isolamento preventivo de locais que apresentam riscos.

Em São Luiz do Paraitinga, um deslizamento de terra provocou a interdição parcial da Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), na altura do km 42. Em Paulicéia, a erosão na cabeceira de uma ponte levou à interdição parcial do local para viabilizar os reparos. Já em Presidente Prudente, um deslizamento de terra provocou o rompimento de uma tubulação de abastecimento de água e exigiu a interdição preventiva da via afetada.

Em Arujá, o colapso de um muro atingiu duas residências. Uma família foi acomodada em hotel, sob responsabilidade da administração do condomínio, e outro imóvel próximo também foi interditado preventivamente.

Buscas por desaparecidos em Colômbia

Em Colômbia, na região da Orla Municipal, uma caminhonete caiu no Rio Grande durante a madrugada do sábado. Três jovens estavam no veículo: um conseguiu sair, enquanto os outros dois permanecem desaparecidos. A caminhonete ficou submersa.

Equipes do Corpo de Bombeiros, com apoio de profissionais de Barretos, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Polícia Militar atuam nas buscas pelos desaparecidos e nos trabalhos para localizar e retirar o veículo.

A Defesa Civil estadual permanece em acompanhamento das ocorrências e em articulação com os municípios e os órgãos envolvidos, com foco na proteção da população, na redução de riscos e no apoio às ações de resposta e recuperação.


Fonte/foto: Divulgação/GESP

Bagaço de uva vira biofertilizante para o cultivo de flores comestíveis

Estudo revela que o uso do resíduo da produção de vinho, que costuma ser descartado, melhorou o crescimento e a concentração de compostos antioxidantes em calêndulas da variedade pôr do sol

Com flores comestíveis ricas em compostos antioxidantes, a calêndula pôr do sol (Calendula officinalis L.) desperta cada vez mais interesse nas indústrias de alimentação e cosméticos. Para impulsionar o cultivo dessa planta ainda pouco explorada comercialmente, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), testaram uma estratégia sustentável: um biofertilizante à base de bagaço de uva que conseguiu elevar a concentração das substâncias benéficas e favorecer o desenvolvimento das flores.

O subproduto utilizado na fórmula é gerado durante a fabricação de vinho e representa de 20% a 25% da massa total da uva processada, gerando de 9 a 13 milhões de toneladas anualmente em todo o mundo.

“Utilizamos o bagaço da uva porque ele é um dos principais resíduos da produção de vinho e ainda possui uma composição muito rica em substâncias de interesse, como fibras, açúcares, compostos fenólicos, antioxidantes e pigmentos naturais. Tem, portanto, um grande potencial para gerar novos produtos de alto valor agregado”, conta Luiz Eduardo Nochi Castro, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA-Unicamp). Os resultados do trabalho, fruto do doutorado de Castro com bolsa da FAPESP, foram publicados em junho na revista ACS Omega. A pesquisa também recebeu financiamento por meio de outros dois projetos (18/14938-4 e 24/10205-3).

De acordo com Castro, a escolha da calêndula pôr do sol se deu por causa da parceria com os colegas da UFPR, que já estudavam o cultivo de flores.

Antes de aplicar o bagaço na plantação, os pesquisadores transformaram o resíduo em digestato, um biofertilizante líquido rico em nutrientes obtido por meio da digestão anaeróbia – processo no qual microrganismos decompõem a matéria orgânica na ausência de oxigênio. Ao longo de 2023, esse adubo natural foi testado no cultivo da calêndula em duas estações do ano (verão e inverno), permitindo avaliar como o clima influenciava o desenvolvimento das flores.

Também foram testadas diferentes doses do biofertilizante e variadas condições de irrigação para verificar seus efeitos no crescimento e na qualidade das plantas. Após a colheita, as flores foram liofilizadas, um processo de secagem que ajuda a preservar suas características por mais tempo. Em seguida, foi realizada uma série de análises para avaliar os efeitos do biofertilizante na planta.

“Além de caracterizar as flores, analisamos o desenvolvimento das plantas como um todo, incluindo a parte aérea, as folhas e as raízes. Também foram realizadas análises físico-químicas para verificar a qualidade das flores produzidas e comparar os resultados com os do cultivo convencional”, explica Tânia Forster professora da FEA-Unicamp e orientadora de Castro.

“Verificamos que a quantidade do composto [digestato] e de água faz diferença. Doses moderadas proporcionaram os melhores resultados, enquanto quantidades excessivas tendiam a prejudicar o desenvolvimento das plantas. Isso mostra que o uso do digestato deve ser feito de forma equilibrada”, pondera Forster.

Nos testes, a aplicação do biofertilizante mudou significativamente o perfil das flores. No experimento conduzido no verão, por exemplo, o uso do digestato elevou drasticamente a concentração de betacaroteno – composto precursor da vitamina A e poderoso antioxidante –, alcançando até 80,9 miligramas por 100 gramas de flor liofilizada (um salto superior a 250% em comparação ao cultivo convencional sem o resíduo), além de elevar os níveis de compostos fenólicos totais e a atividade antioxidante. Já no inverno, o ganho se destacou na retenção de pigmentos e minerais, provando que o resíduo da vinícola consegue enriquecer o perfil nutricional da planta em diferentes estações.

Próximos passos

Apesar dos resultados promissores, para que a solução seja adotada em larga escala ainda são necessários estudos para avaliar sua viabilidade técnica e econômica. Ou seja, entre outras coisas é preciso entender como esse processo poderia ser integrado às vinícolas ou a outras empresas que já utilizam a digestão anaeróbia para tratar resíduos, além de avaliar os custos, a logística e o mercado para a produção de flores comestíveis.

Uma das novas linhas de pesquisa da equipe está focada na extração de compostos de interesse – além de antioxidantes e compostos fenólicos, também açúcares e pigmentos naturais. Eles podem ser utilizados no desenvolvimento de produtos de maior valor agregado, como ingredientes para alimentos, cosméticos e outros produtos naturais.

“A ideia é aproveitar o bagaço de uva para produzir também energia, além de biofertilizante para cultivar as flores comestíveis, e, posteriormente, transformar tanto as flores quanto os resíduos desse cultivo em novos produtos de alto valor agregado. Dessa forma, buscamos criar uma cadeia de produção mais sustentável, baseada nos princípios da economia circular”, diz Castro.

O artigo Sustainable valorization of grape pomace digestate as fertilizer: Effects on the agronomic and biochemical performance of Calendula officinalis L. under variable irrigation regimes pode ser lido em: pubs.acs.org/acsodf/article/11/25/36990/5165327/.


Fonte/foto: Divulgação/GESP

Com aumento das chuvas, descarte correto de lixo ajuda a evitar alagamentos e poluição de rios

Resíduos deixados em vias públicas podem ser levados pela água para bueiros, córregos e rios, dificultando o escoamento e aumentando a poluição dos cursos d’água

Com o aumento dos volumes de chuva registrados nos últimos dias no estado de São Paulo, cresce também a importância do descarte correto de resíduos. Colocar o lixo na rua somente nos dias e horários previstos pela coleta de cada município ajuda a evitar que materiais sejam carregados pela água da chuva para bueiros, córregos e rios.

Nos primeiros dez dias de setembro, os volumes de precipitação nas áreas de contribuição dos sistemas produtores que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) já superaram a média climatológica prevista para todo o mês. As chuvas contribuem para a recuperação dos mananciais, mas também aumentam a possibilidade de que resíduos descartados irregularmente nas ruas sejam arrastados para a rede de drenagem e, posteriormente, para os corpos d’água.

A orientação é que os moradores consultem o cronograma de coleta de resíduos de sua prefeitura e coloquem os sacos para fora de casa o mais próximo possível do horário previsto para a passagem do caminhão. A recomendação vale para todos os municípios do Estado, que possuem cronogramas e regras próprios de coleta.

Quando o lixo é colocado nas ruas com muita antecedência ou descartado em locais inadequados, uma chuva forte pode carregar embalagens, garrafas, sacolas e outros materiais para os bueiros. O acúmulo desses resíduos pode obstruir o sistema de drenagem, dificultar o escoamento da água e contribuir para alagamentos. Parte desse material também pode seguir pela rede de drenagem até córregos e rios, aumentando a poluição dos cursos d’água e provocando impactos ambientais.

Lixômetro no Rio Pinheiros

O impacto desse descarte pode ser acompanhado no Lixômetro, painel instalado no Parque Bruno Covas, próximo à Casa Conectada, na capital paulista. O equipamento apresenta ao público que circula no local os dados da coleta de resíduos realizada no rio e o custo da operação de limpeza. Em sua última atualização, de 11 de agosto, o Lixômetro registrou o volume consolidado de 149,7 mil toneladas de resíduos coletados desde 2023.

A presença desses materiais está relacionada, entre outros fatores, à chamada poluição difusa. Ela ocorre quando a chuva transporta resíduos e outros materiais deixados nas ruas de diferentes pontos da bacia para a rede de drenagem e, posteriormente, para os rios. O descarte irregular feito diretamente nos corpos d’água também contribui para o problema.

Bairros como Jaguaré, Itaim Bibi, Morumbi, Guarapiranga, Vila Olímpia, Panamby e Capão Redondo estão entre as áreas de onde podem vir parte desses detritos que chegam ao Rio Pinheiros. Além de prejudicar a qualidade ambiental da água, o lixo pode afetar a fauna que vive no entorno do rio, incluindo capivaras e diferentes espécies de aves.

O trabalho de retirada dos resíduos é realizado pela SP Águas, Agência de Águas do Estado de São Paulo. Entre os materiais mais encontrados estão garrafas PET, embalagens de isopor, como marmitas descartáveis, e brinquedos, como bolas e bonecas.  Também são recolhidos objetos de grande porte, como sofás e colchões, que comprometem a qualidade ambiental do afluente.


Fonte/foto: Divulgação/GESP

Cajamar passa de 0% para 50% de tratamento de esgoto após obras de R$ 132 milhões

O município de Cajamar alcançou 50% de cobertura no tratamento de esgoto e 79% na coleta após a ampliação dos investimentos em saneamento básico realizada nos últimos anos. As obras em andamento somam R$ 132 milhões e devem beneficiar mais de 43 mil moradores.

Até 2022, a cidade não contava com sistema de tratamento de esgoto. Segundo o Governo de São Paulo, a expansão da infraestrutura passou a integrar o programa IntegraTietê, que busca ampliar a coleta e o tratamento de esgoto em municípios da Região Metropolitana.

Entre as intervenções em execução estão a implantação de cerca de 13 quilômetros de tubulações, a construção de estações elevatórias e a ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Jordanésia. O projeto inclui ainda uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que terá capacidade para processar até 90 litros de esgoto por segundo.

As obras atendem bairros como Jardim Penteado, Parque São Roberto, Parque São Roberto II, Vila Santa Terezinha e Vila Granipavi. De acordo com o governo estadual, os investimentos devem ampliar o acesso ao saneamento, contribuir para a preservação ambiental e reduzir impactos na saúde pública.

A secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, afirmou que a ampliação do tratamento de esgoto representa um avanço para a qualidade de vida da população e para a recuperação dos recursos hídricos da região.

As intervenções fazem parte da meta de universalização do saneamento básico no Estado de São Paulo, prevista para ser alcançada até 2029.


Foto: Luciana Muller

Polícia Ambiental apreende filhotes de papagaio em Taboão da Serra

A Polícia Militar Ambiental realizou a apreensão de dois filhotes de papagaio durante uma operação na Avenida Balbina Rodrigues de Borba, em Taboão da Serra, nesta semana. Os animais estavam sendo transportados em um veículo sem a documentação necessária, configurando crime de tráfico de animais silvestres. O responsável pelo transporte foi detido e os filhotes foram encaminhados para os devidos cuidados.

Combate ao tráfico de animais silvestres

A apreensão faz parte de uma série de operações contínuas da Polícia Ambiental, que visa combater crimes ambientais e proteger a fauna do estado de São Paulo. O tráfico de animais silvestres é uma prática ilegal que não apenas coloca em risco a vida dos animais, mas também ameaça o equilíbrio dos ecossistemas locais. A retirada de espécies de seu habitat natural pode levar à extinção e impactar negativamente a biodiversidade.

De acordo com a Polícia Ambiental, a população desempenha um papel fundamental no combate a esses crimes. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 190, permitindo que cidadãos ajudem a proteger a fauna local. A colaboração da comunidade é essencial para a preservação das espécies e a manutenção do meio ambiente.

A importância da preservação da fauna

O Brasil é um dos países com a maior biodiversidade do mundo, abrigando inúmeras espécies de fauna e flora. No entanto, a exploração ilegal de animais silvestres, como os papagaios, tem crescido nos últimos anos, colocando em risco a sobrevivência de várias espécies. A conscientização sobre a importância da preservação é crucial para garantir que as futuras gerações possam desfrutar da rica biodiversidade brasileira.

As ações da Polícia Ambiental são um reflexo do compromisso em proteger a natureza e promover a educação ambiental. Além das apreensões, a corporação também realiza campanhas de conscientização e incentiva a população a se envolver na proteção do meio ambiente.

A apreensão dos filhotes de papagaio em Taboão da Serra é um lembrete da necessidade de vigilância e ação contra o tráfico de animais silvestres. A proteção da fauna é uma responsabilidade compartilhada, e cada denúncia pode fazer a diferença.


Fonte original: https://zehora.com.br/policia-ambiental-apreende-filhotes-de-papagaio-em-taboao-da-serra/ | Foto: PMESP

Osasco promove Semana da Árvore 2025 com atividades educativas e plantios

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) da Prefeitura de Osasco, em parceria com o Osasco Plaza Shopping, dará início à Semana da Árvore 2025, que ocorrerá entre os dias 22 de setembro e 6 de outubro. O evento visa conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e celebrar a chegada da primavera, promovendo uma série de atividades voltadas à educação ambiental.

Importância da Arborização Urbana

A arborização urbana é uma prática essencial para a qualidade de vida nas cidades. As árvores desempenham um papel crucial na produção de oxigênio, na filtragem de poluentes e na regulação da temperatura ambiente. Além disso, contribuem para aumentar a umidade do ar e oferecem sombra, tornando os espaços públicos mais agradáveis e sustentáveis.
Durante a Semana da Árvore, diversas atividades educativas e culturais serão realizadas, envolvendo alunos da rede municipal de ensino. Os temas abordados incluirão sustentabilidade, preservação da fauna e flora, além do impacto positivo das árvores na vida urbana. A abertura oficial do evento ocorrerá no dia 22 de setembro, com um plantio monitorado na EMEIEF Professora Elza de Carvalho Battiston, localizada no bairro Pestana.

Programação da Semana da Árvore

A programação da Semana da Árvore inclui uma série de plantios em diferentes locais da cidade, com a participação de alunos e professores. Confira algumas das atividades programadas:
– 22/09: Abertura oficial com plantio na EMEIEF Professora Elza de Carvalho Battiston e no Parque Chico Mendes.
– 23/09: Plantio no Viaduto Novo com alunos da ETEC Prof. André Bogasian.
– 24/09: Plantio com alunos da EMEIEF Zuleika Gonçalves Mendes.
– 25/09: Plantio na lateral do Parque Ecológico do Piratininga com alunos da EMEIEF Luiz Bortolosso.
– 30/09: Plantios em diversas creches e escolas da região.
O encerramento da Semana da Árvore será no dia 6 de outubro, com um plantio monitorado na Associação do Parque dos Príncipes.

Informações de Serviço

Para mais detalhes sobre a programação e as atividades da Semana da Árvore, a população pode entrar em contato pelo telefone 156 ou enviar um e-mail para o Departamento de Planejamento, Gestão e Educação Ambiental (DPGEA) pelo endereço dpgea.semarh@osasco.sp.gov.br. A participação da comunidade é fundamental para o sucesso do evento e para a promoção de um ambiente mais sustentável em Osasco.


Fonte: osasco.sp.gov.br | Foto: PMO