Roubos e furtos de veículos caem em Santana de Parnaíba

Santana de Parnaíba registrou uma redução de 77,78% nos roubos de veículos durante o segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte do demonstrativo de incidência criminal da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP).

Entre abril e junho deste ano, foram contabilizados dois roubos de veículos na cidade, contra nove ocorrências registradas no mesmo período de 2025. A queda também aparece nos furtos, que passaram de 20 para 11 casos, uma redução de 45%.

Os números mostram um cenário de retração nos crimes patrimoniais relacionados a veículos e integram as estatísticas oficiais de segurança pública do Estado. Em Santana de Parnaíba, as ações de segurança envolvem a Guarda Civil Municipal, as polícias e o sistema de monitoramento por câmeras.

O município também mantém investimentos em tecnologia, inteligência e policiamento preventivo. Segundo as informações apresentadas pela administração municipal, essas estruturas fazem parte das estratégias utilizadas para ampliar a atuação das forças de segurança.

No recorte utilizado pela SSP-SP para comparar municípios da Região Metropolitana de São Paulo com mais de 100 mil habitantes, Santana de Parnaíba aparece na primeira colocação do ranking geral de segurança.

A posição é acompanhada pelos indicadores registrados no segundo trimestre, período em que o município apresentou quedas nos dois principais tipos de ocorrência envolvendo veículos. O resultado, no entanto, representa o cenário estatístico do período analisado e não significa ausência de registros criminais na cidade.

Os dados da SSP-SP servem como um dos principais indicadores para acompanhar a evolução da criminalidade nos municípios paulistas e permitem comparar a incidência de diferentes tipos de ocorrência ao longo do tempo.


Fonte: www.horasp.com.br | Foto: Fabiano Martins/PMSP

Quase 60% das cidades paulistas não registraram homicídios no 1º semestre

Mais da metade das cidades do estado de São Paulo não registrou casos de homicídio doloso no primeiro semestre deste ano. Em números absolutos, do total de 645 municípios paulistas, 372 fecharam o período sem mortes intencionais, conforme o balanço da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A atual gestão registrou dois aumentos consecutivos no número de cidades que não contabilizaram nenhuma morte intencional no primeiro semestre de cada ano. De janeiro a junho de 2023, foram 353 municípios. No ano seguinte, 362 cidades fecharam o período sem homicídios dolosos. Neste ano, 1.241 casos foram registrados até junho em todo o território paulista.

Em dez anos, o número de homicídios dolosos reduziu 33% no estado de São Paulo. Em 2015, aconteceram 3.759 crimes. No ano passado, foram 2.517 mortes intencionais — essa foi a menor quantidade registrada desde o início da série histórica, em 2001.

“Esses números mostram que, aos poucos, com ações estratégicas completamente orientadas para o problema e políticas públicas, o estado de São Paulo tem evoluído no quesito segurança e eficiência no combate à criminalidade”, explicou o major Hudson Rosa, coordenador do Sistema de Informação e Prevenção de Crimes Contra a Vida (SP Vida).

O SP Vida foi implantado em fevereiro de 2023 com o objetivo de unir as forças de segurança para não só identificar o número de vítimas, mas fazer uma análise com especificações de gênero, cor e orientação sexual da pessoa lesionada, bem como do contexto, motivação e região onde o crime aconteceu.

Esses dados, que estão abertos ao público no site da pasta, auxiliam as autoridades no planejamento de políticas públicas e ações para a prevenção de delitos.

“Desde que o SP Vida foi instituído, mantemos o monitoramento de crimes de homicídio em todo o estado. Disponibilizamos também ferramentas e aplicativos para que as unidades policiais, sejam batalhões ou delegacias, acompanhem as análises desse crime, aprimorando as ações de prevenção de homicídios, além das investigações, que passam a ser mais detalhadas”, completou o major.


Fonte/foto: GESP