Prefeitura de Barueri orienta cidadãos a evitar alimentar pombos em áreas públicas

A Prefeitura de Barueri, por meio do Departamento Técnico de Controle de Zoonoses da Secretaria de Saúde, reforça o alerta para os cuidados necessários no convívio com pombos urbanos, especialmente em praças, telhados, janelas e outros locais frequentados por pessoas. Originários da Europa, os pombos se adaptaram facilmente aos centros urbanos e se alimentam não apenas de grãos e sementes, mas também de restos de comida descartados por humanos.  

O fácil acesso ao alimento favorece a multiplicação descontrolada de sua população, e pode representar o risco de transmissão de doenças, principalmente através das fezes secas desses animais. Entre as principais enfermidades associadas às fezes secas dos pombos estão:

  • Criptococose: infecção fúngica que pode atingir o sistema nervoso central, causando meningite, especialmente em pessoas com o sistema imunológico comprometido.
  • Histoplasmose: doença pulmonar que pode ser assintomática ou evoluir para quadros mais graves. 
  • Clamidiose: infecção bacteriana que afeta o sistema respiratório, podendo provocar vômitos e diarreia.
  • Salmonelose: infecção alimentar transmitida pelo contato com fezes em alimentos mal lavados ou armazenados.
  • Dermatites e alergias: causadas por ácaros presentes nos ninhos e fezes, que provocam coceira, irritações na pele e problemas respiratórios como bronquite e rinite. 

Não alimente os pombos, mas também não os machuque 

Um dos principais fatores que contribuem para a superpopulação dos pombos é a alimentação direta feita por pessoas em praças, parques ou até dentro de casa. Apesar da boa intenção, alimentar esses animais desequilibra o ecossistema, transforma as aves em vetores de doenças e prejudica o meio ambiente e a qualidade de vida urbana. 

A Prefeitura orienta que não se machuque nem mate os pombos, mas que se evite alimentá-los para que busquem suas fontes naturais de alimento e se desloquem para ambientes mais adequados. Segundo o Departamento de Zoonoses, com alimento fácil, os pombos deixam de buscar grãos, frutos, sementes e insetos e passam a depender dos restos humanos, favorecendo uma reprodução descontrolada. Uma única fêmea pode ter até seis ninhadas por ano em ambientes urbanos com abrigo e alimento em abundância. 

Saiba mais 

Como proteger sua casa e sua saúde 

A Prefeitura de Barueri recomenda aos moradores as seguintes medidas preventivas:

  • Evitar deixar restos de alimentos e rações expostos;
  • Não alimentar pombos, especialmente em praças e áreas públicas;
  • Fechar frestas em telhados, beirais e forros com telas ou alvenaria; 
  • Usar máscaras e luvas ao limpar locais com fezes ou ninhos, sempre umedecendo previamente com desinfetante;
  • Instalar barreiras físicas, como fios de nylon, espículas ou objetos brilhantes nos locais de pouso; 
  • Utilizar odores fortes, como naftalina ou produtos à base de creolina, para afastar as aves. 

População pode procurar orientação 

Em caso de dúvidas, orientações ou denúncias sobre infestação de pombos, os moradores podem entrar em contato com o Departamento Técnico de Controle de Zoonoses de Barueri pelo telefone (11) 4198-5679. 

“O pombo deixou de ser apenas uma ave urbana para se tornar um risco quando alimentado e incentivado a se reproduzir nas cidades. Precisamos da colaboração de todos para manter o equilíbrio ambiental e proteger a saúde da população”, destaca Marta Chaves, diretora do Departamento Técnico de Controle de Zoonoses.


Fonte/foto: PMB

USP desenvolve sistema que remove resíduos de medicamentos da água potável

Pesquisadores comprovaram eficiência de nova forma de se remover contaminantes orgânicos de sistemas hídricos. Na Escola Politécnica (Poli) da USP, nanomateriais são manipulados para eliminar fármacos da água que chega às torneiras.

“Se você for verificar, tem paracetamol até na água que bebemos”, afirma Douglas Gouvêa, um dos autores do estudo conduzido no Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (PMT) da Poli. Para entender o cenário, ele levantou alguns dados: só no Brasil, são consumidas 500 toneladas da droga por ano. A estimativa de sua equipe é que os resíduos remanescentes sejam encontrados em concentrações entre 0,5 e 10 nanogramas por litro em corpos hídricos.

Coordenador do Laboratório de Processos Cerâmicos, Gouvêa explica que o controle sobre as nanopartículas certas possibilita a remoção de contaminantes da água. A técnica, detalhada em artigo publicado na revista ACS Applied Nano Materials, “é única e exclusiva” no mundo, afirma o professor. Sua aplicação permite colocar os conhecimentos da físico-química a serviço da sociedade, adiciona.

Nanoescala, megaimpacto

O paracetamol, ou acetaminofeno, é um analgésico amplamente estudado – e foi o candidato perfeito para a pesquisa. A ideia era não apenas validar a técnica nova, mas também entender os processos que a tornaram possível.

“A gente sabe como os nossos materiais vão funcionar e quais são os mecanismos que estão por trás [do seu funcionamento]”, afirma Gouvêa. Os pesquisadores manipularam cerâmicas – semelhantes às encontradas em obras de arte e revestimentos – para melhorar o desempenho da fotólise, a quebra natural de moléculas orgânicas pela radiação ultravioleta (UV). Esse procedimento faz parte do que é chamado pela equipe de “engenharia de superfície”.

A cerâmica escolhida foi o óxido de zinco (ZnO), um semicondutor. Pense nele como um “meio-termo”: não tão eficiente quanto um fio metálico nem tão isolante quanto um pedaço de madeira, em termos de condutividade elétrica. No processo, ele atua como um catalisador, um facilitador da reação fotolítica quando excitado pelo sol. Mas nada disso é novidade.

André Luiz da Silva, coautor do artigo e também professor da Poli, explica que a inovação está na adição controlada de cloro. Esse processo de “dopagem” modifica as características elétricas da superfície da nanopartícula e facilita a movimentação de elétrons promovida pela radiação solar. 

Mas o diferencial está no posicionamento. “Se ele ficar na superfície, o cloro se dissolve na água”, afirma o pesquisador; e, quando em soluto, a dopagem falha e o potencial fotocatalítico é prejudicado. 

“O cloro sozinho [sem passar por outro processo] atua como um veneno para o catalisador”, esclarece Silva. Para solucionar o problema, os pesquisadores aplicaram a técnica de lixiviação seletiva. Nela, o material aditivado é “lavado”, fazendo com que o cloro restante esteja localizado apenas nas extremidades de cada partícula. Os resultados laboratoriais são nítidos: para a mesma concentração de dopante foi obtida uma eficiência pelo menos três vezes maior quando realizada a lavagem. 

Por trás do véu quântico

O trabalho foi feito em escala nanométrica, na bilionésima parte do metro. Trabalhar com partículas desse tamanho é como achar um grão de sal numa piscina olímpica.

Para enxergar onde os olhos jamais chegariam os cientistas recorreram à espectroscopia, técnica semelhante ao raio X hospitalar. Nesse processo, o material é exposto a ondas eletromagnéticas dentro e fora do espectro visível. A resposta dos átomos é registrada em uma “fotografia”, chamada de espectrograma. As imagens geradas revelam informações sobre a estrutura da matéria e constatam a diferença na distribuição do cloro antes e depois da lavagem das partículas.

Gouvêa e Silva explicam que a dopagem seguida de lixiviação tem como objetivo “aumentar a distância” entre grãos de óxido de zinco. O átomo de cloro é eletronegativo: ele apresenta uma tendência de atração de elétrons que facilita a passagem de energia elétrica. Quando o cloro é removido das superfícies e da água, ele fica restrito aos “rejuntes” – os limites entre grãos –, onde a condutividade elétrica é aprimorada. 

A alta concentração de cloro, quando bem localizada, supera a atividade fotocatalítica que ocorre quando a substância está distribuída de maneira uniforme e em baixa concentração. “Quanto mais superfície você tem, mais reatividade E, com grãos muito pequenos, a quantidade de superfície que você tem é gigantesca”, observa o coordenador da pesquisa. 

Porém, a presença de cloro também pode gerar o cloreto de zinco (ZnCl2), um composto que não interage com a luz. Quando presente, consome “elétrons-buraco” ao formar ligações entre os átomos, desativando a catálise na superfície dos óxidos. Essas partículas são agentes oxidantes – aqueles que decompõem o paracetamol. 

Imagine uma fileira de um “cinema eletrônico”, em que cada um dos lugares é preenchido por um elétron. Quando um elétron da ponta decide ir embora, todos os outros se movem para abrir espaço para o próximo. A vontade de sair é a excitação por raios UV e a dança das cadeiras é a passagem de corrente elétrica.

Apesar do uso de substâncias químicas perigosas no processo, os cientistas asseguram que o novo método não apresenta riscos. Catalisadores e dopantes não participam das reações químicas; os resultados obtidos são os mesmos do processo não-aditivado, mas de forma mais eficiente e rápida.

A serviço da sociedade

A técnica proposta pelos pesquisadores possibilita avanços no tratamento de água residual antes da introdução de poluentes nos ecossistemas. A dupla explica que é possível criar um sistema com óxido de zinco dopado por cloro acoplado a uma placa de vidro, que permite a chegada de radiação ultravioleta. A passagem da água contaminada pelo painel solar promove a degradação das moléculas de paracetamol do sistema.

Como próximo passo, Silva quer testar a mesma metodologia aplicada aos herbicidas. Esses compostos, assim como os medicamentos, são poluentes orgânicos que podem se acumular tanto nos organismos quanto no ambiente. O glifosato, pesticida alvo, apesar de estar associado a diversos riscos para a saúde humana e o meio ambiente, é utilizado em larga escala: “Hoje se fala em uma concentração de 0,1 a 0,3 microgramas por litro na água. O limite seguro de 0,7mg/L está bem próximo”, alerta Gouvêa.


Fonte/foto: GESP

Carreta da mamografia do Programa Mulheres de Peito chega a Itapevi

Entre os dias 27 de maio e 07 de junho, a carreta da mamografia do Programa Mulheres de Peito, do Governo do Estado de São Paulo ficará estacionada no Ginásio de Esportes de Itapevi (Av. Rubens Caramez, 1000, Centro), realizando gratuitamente exames para detectar o câncer de mama.

O atendimento será feito por meio de senhas distribuídas por ordem de chegada. Serão entregues 50 senhas, por dia, de segunda a sexta-feira, e 25 aos sábados, sempre a partir das 8h.

Podem fazer o exame mulheres de 35 a 49 anos que já tenham o pedido médico – quem ainda não o possui, deve procurar a enfermeira da carreta para solicitação. A partir dos 50 anos, é possível fazer a mamografia sem pedido médico.

As imagens dos exames são entregues à paciente na hora, já o laudo fica pronto em até 48 horas e poderá ser acessado online, com login e senha.

Mulheres acima de 40 anos devem fazer o exame, independentemente de ter ou não histórico de câncer na família. Em Itapevi, a população dessa faixa etária pode fazer a mamografia em qualquer época do ano. Quem não tem o pedido médico para a realização do exame deve procurar a unidade básica de saúde mais próxima da residência.

Diagnóstico Precoce

O diagnóstico precoce do câncer de mama é muito importante para a cura da doença.  Segundo projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 74 mil novos casos de câncer de mama devem ocorrem no país por ano, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma.

A mamografia é um exame que gera imagens de alta qualidade capazes de revelar a existência de sinais iniciais da doença, como alterações e tumores mamários muito pequenos. Com a detecção precoce, as chances de cura do câncer de mama são de aproximadamente 90%.

Sintomas

Os sinais (alterações físicas) e os sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado) do câncer de mama podem variar de mulher para mulher. Na maioria das vezes, o câncer de mama se manifesta como um nódulo, que pode ser percebido ao palpar a mama, ou pode ser detectado nos exames de imagem (mamografia e ultrassonografia mamária). Com menos frequência, pode haver:

  • Retração do mamilo;
  • Secreção no mamilo;
  • Aumento do volume da mama;
  • Dor na mama ou no mamilo;
  • Vermelhidão na pele da mama;
  • Espessamento da pele da mama;
  • Nódulo aumentado na axila.

Na maioria dos casos, nódulos que aparecem nas mamas não são câncer. Entretanto, é muito importante a investigação de um especialista quando qualquer tipo de alteração na mama apareça.

Tratamento

Após a confirmação do diagnóstico de câncer de mama, são necessários exames adicionais para determinar a extensão da doença. A sequência do tratamento do câncer de mama é individualizada, variando de acordo com as características de cada paciente.


Fonte/foto: PMI

Ricardo Antunes lidera ações de saúde e segurança em evento na Praça Central de Jandira

O Secretário da Saúde (designado) e Segurança Pública de Jandira, Ricardo Antunes, marcou presença no “Circuito da Saúde”, realizado no último sábado (26) na Praça Anielo Gragnano, promovido pelo Rotary Club em parceira com a Prefeitura de Jandira. O evento reuniu profissionais voluntários e instituições locais, oferecendo uma série de atendimentos gratuitos à população.

Os moradores presentes tiveram acesso a exames de glicemia, aferição de pressão arterial, atendimentos psicológicos, avaliação nutricional, orientação odontológica, corte de cabelo, avaliação de acuidade visual, massoterapia, podologia e assessoria jurídica. Oficinas de reflorestamento, compostagem e a divulgação do programa Projovem também integraram a programação.

Foto: Divulgação

Durante a ação, o Secretário Ricardo Antunes parabenizou todos os voluntários envolvidos pela dedicação à causa. Ele também destacou a importância da iniciativa para a promoção da saúde preventiva no município. “Ações como esta reforçam a necessidade do cuidado constante com a saúde da nossa população. O governo do Dr. Sato vem realizando grandes investimentos nos últimos anos para ampliar o acesso e melhorar a qualidade dos serviços de saúde em Jandira”, afirmou.

Ricardo Antunes também ressaltou os avanços na área da segurança pública. “Hoje, Jandira mantém um dos menores índices de criminalidade da região, chegando a quase zero. Esse resultado é fruto de muito trabalho e investimentos estratégicos para garantir a segurança dos nossos cidadãos”, completou.

Segundo o Secretário, novas ações na área da saúde estão previstas para os próximos meses, ampliando ainda mais o acesso da população a serviços essenciais e fortalecendo o compromisso da atual gestão com a qualidade de vida dos jandirenses.


Foto: Reprodução

Pacientes do SUS em SP poderão avaliar atendimento pelo WhatsApp

Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo poderão avaliar a experiência de internação por meio de mensagens enviadas por e-mail e WhatsApp. A Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP) lançou, nesta segunda-feira (28), o projeto de um novo canal digital para ouvir a população sobre a qualidade do atendimento prestado na rede pública estadual. 

A novidade, neste momento, foi incorporada para pacientes do Hospital Guilherme Álvaro, em Santos. O lançamento reuniu a secretária executiva de Estado da Saúde, Priscilla Perdicaris; da coordenadora da Ouvidoria Geral da SES-SP, Patricia Camargo Ferreira; a representante  da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente de São Paulo (Rebraensp), Vilma Marcondes, e profissionais da unidade. 

O novo serviço utiliza os meios digitais como ferramentas para uma comunicação ágil, segura e acessível. Após receber alta, o paciente cadastrado recebe uma mensagem via WhatsApp ou e-mail contendo informações como seu nome completo, data de alta e nome da unidade em que foi atendido. Confirmadas as informações, ele poderá avaliar o atendimento recebido, dar uma nota de 0 a 10 e relatar eventuais cobranças indevidas.

Caso o paciente atribua nota inferior a 6, será automaticamente direcionado ao site da Ouvidoria da SES-SP para registrar uma manifestação formal. Além disso, os hospitais também disponibilizarão cartazes com QR Codes, permitindo a avaliação espontânea do serviço. Todos os dados são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e têm seu sigilo garantido.

 “A implementação de uma pesquisa de satisfação mais proativa permite ampliar o retorno sobre a qualidade efetiva do atendimento prestado. Com essa iniciativa, ganhamos mais agilidade na tomada de decisões e nos ajustes necessários para melhorar o serviço”, destacou a secretária executiva de Estado da Saúde, Priscilla Perdicaris, no evento de lançamento da ferramenta.   

Expansão gradual

O novo canal será implantado gradualmente em todas as unidades estaduais de saúde nos próximos meses, abrangendo todos os tipos de atendimento. As informações coletadas serão analisadas pela Ouvidoria Geral do SUS e pelo Programa Estadual de Qualidade e Segurança do Paciente, orientando melhorias contínuas no SUS paulista.

“O programa de Qualidade e Segurança é um compromisso em melhorar a experiência do paciente. Ao garantir que o cuidado seja seguro, eficaz e centrado no paciente, contribuímos  para a satisfação do paciente, aumentando a credibilidade na instituição de saúde e promovendo resultados clínicos positivos. Ouvir a voz de nossos usuários é uma ferramenta poderosa de melhoria contínua”, ressaltou Maria Cecília Zambrana Curti, coordenadora do Programa.

Segurança da informaçãoAs mensagens são enviadas exclusivamente pelos canais oficiais da Secretaria de Estado da Saúde: número de WhatsApp (11) 3066-8259 ou e-mail [email protected]. Em caso de dúvidas ou mensagens suspeitas, a recomendação é denunciar no site: ouvidoria.saude.sp.gov.br.


Fonte/foto: Governo de SP

Secretaria de Saúde intensifica imunização contra a gripe influenza nas UBS´s de Taboão da Serra

A Secretaria de Saúde de Taboão da Serra antecipou o calendário de vacina junto ao Governo do Estado e iniciou a “Campanha de Vacinação contra a Gripe Influenza”, nas quatorze Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) do município. 

A dose da vacina contra a gripe influenza dos tipos A, B ou C permanece em todas as UBS´s de Taboão da Serra e o público-alvo da campanha passa a ser a partir deste momento para puérperas, povos indígenas e comunidades tradicionais quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhador da saúde, professores e trabalhadores de instituição de ensino básico a superior, profissionais das forças de segurança e salvamento, profissionais das forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, trabalhadores dos correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, adolescente e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. 

É só comparecer em uma das UBS´s com o cartão do SUS e a carteira de vacinação para ser imunizado. 

De acordo com a Vigilância Epidemiologica de Taboão até o momento da campanha foram aplicadas 565 doses da vacina imunizando 420 idosos, 125 crianças e 20 gestantes/puerperas. 

“As pessoas precisam se conscientizar que a dose da vacina contra a gripe H1N1 é de extrema importância e deve ser atualizada anualmente. A vacina salva vidas e são seguras e estamos disponibilizando em todas as UBS´s da cidade para que possamos imunizar o maior número de pessoas possível. Com saúde não se brinca”, enfatizou o secretário de Saúde Dr. Ailton Bogalho Jr.

A vacina da gripe pode ser administrada junto com outras que fazem parte do calendário nacional de imunização, como da Covid-19 sem a necessidade de intervalo entre elas. Vacinar é um ato de responsabilidade social, protege toda a população e salva vidas. 

Vale ressaltar que todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município funcionam das 8h às 17h, horário específico para aplicar as vacinas. 

Serviço:

UBS Jardim das Margaridas
Rua Paulo Augusto de Andrade, nº 400, Jd. Margaridas
segunda a sábado, das 7h às 19h

UBS Jardim Record
R. Imaruí, 47, Jd. Record
segunda a sábado, das 7h às 19h

UBS Parque Pinheiros
Av. Laurita Ortega Mari, 2131, Pq. Pinheiros
segunda a sábado, das 7h às 19h

UBS Dra. Maria José de Albuquerque
Rua José Mari, 13, Pq. Assunção
segunda a sábado, das 7h às 19h

UBS Oliveiras/Marabá
Rua Maria Inês, 34, Jd. das Oliveiras
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Santo Onofre
Rua Marechal Artur Costa e Silva, nº 85, Pirajuçara
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Silvio Sampaio
Rua Enaura Maria da Conceição, nº 276, Jd. Silvio Sampaio
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Santa Cecília
Rua Henrique de Moraes Camargo, nº 143, Jd. Santa Cecília
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Jd. Suiná
Rua Albano Leite da Fonseca, nº 111, Jd. Suiná
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Jd. Salete
Rua Constantino Dias Lopes, nº 181, Jd. Salete
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Panorama
Rua Miguel Carlos Silva, 380, Jd. Panorama
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Dra. Tania Regina dos Santos Andrade
Rua Uruguai, nº 73, Jd. América
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Clementino
Rua Tsuruki Tsuno, 104 – Jd. Clementino
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h

UBS Parque Laguna
Rua Ida Romissi Gasparineti, 381, Pq. Laguna
segunda a sexta-feira, das 7h às 17h


Fonte/foto: PMTS

USP busca profissionais na área da saúde para atuar como bolsistas em projeto sobre pré-eclâmpsia

O ‘Projeto Papagaio’ da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP busca profissionais da área da saúde para atuar como bolsistas em projeto de investigação de pacientes com suspeita de pré-eclâmpsia, que causa hipertensão arterial durante a gravidez, e analisar os fatores de crescimento placentário para redução de riscos adversos. A iniciativa será desenvolvida em duas etapas de diagnóstico e parto. 

Podem participar do processo enfermeiros ou técnicos em enfermagem e as atividades incluem identificar gestantes com suspeita de pré-eclâmpsia, coleta de sangue para realização de testes e coleta de dados in loco. O projeto terá uma duração total de 36 meses e a remuneração varia conforme a categoria do contratado, entre R$ 1.500 à R $3.300.

Os interessados que se encaixam nos critérios descritos devem enviar o currículo até dia 10 de abril pelo e-mail: [email protected]


Fonte: Governo de SP – Foto: Divulgação/USP

Saúde anuncia 80 municípios prioritários para ações contra dengue

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (8) uma lista de 80 municípios classificados como prioritários para ações de controle da dengue. Desses, 16 ainda não haviam sido incluídos na estratégia de vacinação contra a doença e devem passar a receber as doses. 

Segundo a pasta, o estado de São Paulo concentra 55 municípios que integram a lista, seguido pelo Paraná, com 14 municípios, pela Bahia e pelo Pará, com três municípios cada, por Goiás e pelo Acre, com dois municípios cada, e pelo Rio Grande do Norte, com um município. 

A estimativa do ministério é que cerca de 68 milhões de pessoas vivam nesses 80 municípios, selecionados por registrarem alta transmissão de casos de dengue – mais de 50 casos por 100 mil habitantes – ou casos da doença em ascensão. 

Todos os municípios da lista, segundo a pasta, registram ainda uma população de mais de 80 mil habitantes e, portanto, maior possibilidade de sobrecarga assistencial em caso de surtos de dengue. 

Centros de hidratação 

De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, a proposta é reduzir os casos graves e os óbitos por dengue. A pasta planeja, por exemplo, mobilizar a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) no intuito de reorganizar a rede assistencial dos municípios selecionados.  

Segundo ela, o ministério está preparado para ofertar até 150 centros de hidratação com até 100 leitos cada nos municípios que integram a lista, com um investimento de até R$ 300 milhões

“A hidratação, no caso da dengue, é a diferença entre a vida e a morte”, ressaltou a secretária. 

Busca ativa por não-vacinados

Mariângela destacou que a pasta pretende realizar ainda, em parceria com estados e municípios selecionados, uma busca ativa de não vacinados e de pessoas que não completaram o esquema vacinal contra a dengue e que seguem com a segunda dose pendente. 

O ministério também se comprometeu a monitorar os estoques da vacina contra a dengue nos municípios classificados como prioritários e garantiu o abastecimento de todas as 80 cidades que integram a lista. 

“Reforçamos a orientação para não haver perda de vacina”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se referindo às datas de vencimento das doses, não descartando um planejamento de ampliação da faixa etária, a depender da situação epidemiológica de cada município. 

“Quero reforçar a importância de se ter duas doses. Uma dose só não dá cobertura. Tem vacina suficiente para os municípios completarem duas doses por pessoa”, disse.


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Antônio Cruz/Ag. Brasil

Saúde humanizada: secretário de Barueri vistoria unidades e ouve demandas dos servidores

O secretário da Saúde de Barueri, Milton Monti, tem realizado visitas às unidades de saúde do município com o objetivo de vistoriar as instalações, ouvir as demandas dos servidores públicos e identificar melhorias necessárias para aprimorar o atendimento à população.

De acordo com o secretário, a iniciativa visa conhecer de perto a realidade de cada equipamento de saúde, avaliar a infraestrutura e estabelecer um diálogo mais próximo com os profissionais que atuam no setor. “Esta ação tem a finalidade de aproximação com os colaboradores para conhecer as dificuldades de cada unidade de saúde, e assim podermos trazer melhorias e um tratamento mais humanizado. Este foi um pedido do nosso prefeito Beto Piteri e vamos permanecer com essa ação de 2 a 3 vezes por semana até visitar todas as unidades”, afirmou Milton Monti.

As visitas, que ocorrerão em todas as unidades de saúde de Barueri, incluindo UBSs, unidades de especialidades, hospitais, pronto-socorros, policlínicas e o Centro de Diagnóstico, não seguem um cronograma fixo, mas estão sendo realizadas entre duas e três vezes por semana. Durante as inspeções, Milton Monti é acompanhado por servidores da Secretaria da Saúde, que registram as solicitações dos profissionais e identificam possíveis manutenções necessárias nas unidades.

A ação faz parte de uma diretriz da gestão municipal para garantir um atendimento mais humanizado e eficiente à população, alinhado às demandas dos servidores e usuários do sistema de saúde de Barueri.


Fonte: Zero Hora Digital – Foto: Reprodução

Cotia inicia vacinação contra a gripe em todas as UBSs para crianças, gestantes e 60+

A partir de hoje, terça-feira (1º de abril), a Secretaria de Saúde de Cotia dará início a Campanha de Vacinação contra a Influenza para o grupo de rotina, que são pessoas com idade a partir de 60 anos de idade, gestantes, crianças com idade entre seis meses e 5 anos, 11 meses e 29 dias e crianças com comorbidades (menores de 9 anos de idade). A vacina estará disponível em todas Unidades Básicas de Saúde (UBSs)*, de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 14h.

Para ser vacinado basta comparecer à UBS mais próxima com documento oficial com foto e CPF ou cartão do SUS e cartão de vacina (no caso das crianças a caderneta é obrigatória). A campanha de imunização é realizada mediante o envio de doses da vacina por parte da Secretaria de Estado da Saúde. Quando novas doses chegarem ao município, a Secretaria de Saúde de Cotia estenderá a vacina para o grupo especial (puérperas, pessoas em situação de rua, trabalhador da saúde, caminhoneiros, entre outros).

De acordo com documento técnico da estratégia de vacinação contra a influenza, todas as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina influenza sazonal em anos anteriores, devem receber apenas uma dose do imunizante em 2025.

A vacina é a melhor estratégia de prevenção contra a gripe e reduz os casos de agravamento da doença, as internações e o número de óbitos. A infecção viral aguda  afeta o sistema respiratório e tem grande potencial de transmissibilidade. Os sintomas da doença variam e podem ser desde infecção assintomática até casos graves como: febre, cefaleia, dores musculares, tosse, dor de garganta e até dificuldade respiratória.


Fonte/foto: PMC