Setembro em Cores terá programação especial em Santana de Parnaíba

Santana de Parnaíba terá, no sábado (19), uma programação gratuita voltada às pessoas com deficiência como parte das ações pelo Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro. O evento “Setembro em Cores: Parnaíba + PcD” será realizado a partir das 14h, no Bolsão de Estacionamento.

A programação foi organizada pela Prefeitura de Santana de Parnaíba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, e reunirá serviços, orientações e atividades relacionadas à inclusão e aos direitos das pessoas com deficiência.

Entre as ações previstas estão uma caminhada de conscientização, orientações sobre o cartão de estacionamento e outros direitos, encaminhamentos para oportunidades de emprego e informações sobre cursos de capacitação e empreendedorismo.

O público também poderá participar de atividades esportivas e culturais e receber orientações na área da saúde. Haverá ainda vacinação contra gripe e sarampo para adultos e crianças.

A iniciativa também terá uma ação solidária. Quem participar poderá contribuir com 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social do município.

Segundo a organização, a programação busca ampliar a conscientização sobre inclusão, acessibilidade e respeito às pessoas com deficiência, além de combater o capacitismo e a discriminação.

O evento é gratuito e aberto ao público.

Serviço

Setembro em Cores: Parnaíba + PcD

  • Quando: sábado, 19 de setembro
  • Horário: a partir das 14h
  • Local: Bolsão de Estacionamento, Santana de Parnaíba
  • Entrada: gratuita
  • Ação solidária: doação de 1 kg de alimento não perecível
  • Vacinação: gripe e sarampo para adultos e crianças

Foto: Divulgação/PMSP

Caixa rejeita proposta e mantém greve nacional

Os empregados da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta final apresentada pelo banco e decidiram manter a greve nacional, iniciada na quinta-feira (10). A paralisação segue por tempo indeterminado enquanto as entidades sindicais buscam retomar as negociações.

Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, 68% dos trabalhadores votaram contra a proposta em assembleia encerrada às 23h desta sexta-feira (11).

O principal ponto de divergência é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. A proposta apresentada pela instituição previa mudanças no modelo de custeio e nas regras de coparticipação.

Entre as alterações estavam contribuições dos empregados de acordo com a faixa etária, cobrança por dependente, aumento do teto anual de coparticipação e pagamento de 13 mensalidades.

A proposta também previa elevar de 6,5% para 8% o limite de participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa, além de medidas relacionadas à prevenção em saúde e à criação de grupos de trabalho para discutir o funcionamento e novas fontes de financiamento do plano.

Antes da votação, a Caixa havia informado que a proposta era final e indicado a possibilidade de recorrer à Justiça do Trabalho caso o texto fosse rejeitado.

Uma das alternativas é o ajuizamento de dissídio coletivo, instrumento pelo qual a Justiça do Trabalho pode estabelecer condições para solucionar o impasse entre trabalhadores e instituição.

Apesar da rejeição, a Caixa afirmou que mantém o diálogo aberto com as entidades representativas e pretende buscar um entendimento.

A greve começou na quinta-feira, depois que os trabalhadores rejeitaram uma proposta anterior para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), mais de 90% das bases sindicais haviam rejeitado o texto anterior.

Atendimento aos clientes

Durante a paralisação, a Caixa orienta os clientes a priorizarem os canais digitais e remotos. Entre as alternativas estão o aplicativo Caixa, internet banking, WhatsApp Caixa, Caixa Tem, aplicativos específicos de serviços, caixas eletrônicos, Banco24Horas, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

O atendimento telefônico pelo Alô Caixa também permanece disponível pelos números 4004-0104, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800-104-0104, para as demais localidades.

Banco do Brasil

A situação no Banco do Brasil é diferente. Na maior parte das bases sindicais, os trabalhadores aprovaram a proposta apresentada pela instituição e voltaram ao trabalho.

A paralisação, no entanto, permanece em 18 bases sindicais onde os empregados não encerraram o movimento.


Foto: Valter Campanato/ABR

Desabamento na Penha deixa seis mortos; buscas são encerradas

O Corpo de Bombeiros localizou no início da tarde deste domingo (13) a oitava vítima do desabamento de um prédio sobre casas na Penha, Zona Leste de São Paulo. Com a localização, as equipes consideram encerrada a operação de busca e resgate, que terminou com seis mortos e dois sobreviventes.

Os dois sobreviventes são um homem e uma criança, atendidos durante a madrugada de sábado (12) com escoriações leves.

Segundo as autoridades, entre as oito vítimas havia sete pessoas de nacionalidade boliviana e uma paraguaia. Os corpos deverão ser transportados para a Bolívia para o sepultamento.

Mais de 70 bombeiros e militares participaram das buscas desde as 2h de sábado, com apoio de 22 viaturas, um cão farejador e equipamentos para movimentação de estruturas de maior porte.

Com o fim do resgate, o local passa à responsabilidade das demais autoridades envolvidas na investigação, incluindo os trabalhos periciais.

Investigação

A Polícia Civil realizou neste domingo a prisão temporária de um homem apontado como sócio-proprietário oculto da construtora responsável pela obra do edifício de 12 andares que desabou.

O investigado foi levado ao 24º Distrito Policial, na Penha, para prestar depoimento e ficará à disposição da Justiça. Segundo a polícia, outros dois mandados de prisão temporária contra representantes da empresa ainda devem ser cumpridos.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias da construção e verificar se havia irregularidades que poderiam ter contribuído para o desabamento.

“Vamos analisar toda a documentação das empresas, os alvarás e permissões, analisar todo o conjunto probatório para poder determinar se essa tragédia poderia ser evitada”, afirmou a delegada Deidiene Fialho Costa Éboli, titular do 24º Distrito Policial e responsável pelo inquérito.

A delegada afirmou ainda que a investigação deverá identificar e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam constatadas responsabilidades criminais.


Foto: Paulo Pinto/ABR

Cesta básica cai em 25 capitais, mas SP mantém maior preço

Pesquisa do Dieese aponta custo médio de R$ 900,59 na capital paulista em agosto; valor foi o mais alto entre as 27 cidades analisadas.

O preço da cesta básica caiu em 25 das 27 capitais brasileiras pesquisadas em agosto pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar do recuo na maioria das cidades, São Paulo manteve a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 900,59.

As únicas capitais onde houve aumento no preço da cesta em agosto foram Maceió, com alta de 1,43%, e São Luís, com elevação de 0,78%.

As maiores quedas foram registradas em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%).

O resultado mensal, porém, contrasta com a comparação anual. Em relação a agosto do ano passado, a cesta básica ficou mais cara em 25 capitais. As únicas exceções foram Brasília, com queda de 0,64%, e Palmas, com recuo de 0,27%.

Na comparação com o mesmo mês de 2025, as maiores altas foram registradas em Goiânia (7,51%), Cuiabá (6,42%) e Vitória (6,26%).

Entre os produtos que contribuíram para a redução dos preços em agosto está a batata, que apresentou queda em todas as cidades do Centro-Sul pesquisadas. O café em pó também ficou mais barato em 23 capitais.

Tomate e feijão foram outros produtos que registraram redução de preços no mês.

Por outro lado, pão francês, óleo de soja, leite integral e arroz agulhinha ficaram mais caros na maior parte das capitais analisadas.

São Paulo tem a cesta mais cara

Com custo médio de R$ 900,59, a capital paulista ficou no topo do ranking nacional em agosto.

Na sequência apareceram Cuiabá, com R$ 851,57; Rio de Janeiro, com R$ 851,19; e Florianópolis, com R$ 850,90.

Nas cidades das regiões Norte e Nordeste, onde a composição da cesta pesquisada é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 570,98), Natal (R$ 627,42), Maceió (R$ 627,45) e Salvador (R$ 628,89).

A diferença entre São Paulo e Aracaju, que apresentou o menor custo médio entre as capitais pesquisadas, chega a aproximadamente R$ 330.

Salário mínimo necessário

Com base no valor da cesta mais cara, registrada em São Paulo, o Dieese estima que o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.565,86.

O valor corresponde a aproximadamente 4,67 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.621.

A estimativa considera a previsão constitucional de que o salário mínimo deve ser suficiente para atender despesas essenciais de uma família, incluindo alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

O cálculo do Dieese utiliza como referência o custo da cesta básica e outras despesas essenciais previstas na legislação para estimar quanto uma família precisaria receber para manter esse conjunto de necessidades.


Fonte: https://horasp.com.br/cesta-basica-cai-em-25-capitais-mas-sp-mantem-maior-preco/ | Foto: Joédson Alves/ABR

Turismo de natureza: veja roteiros com trilhas, parques e ecoturismo

Estado reúne parques estaduais, trilhas e roteiros de observação da vida silvestre que aproximam visitantes da biodiversidade e movimentam a economia regional

Para quem deseja desacelerar e se reconectar com a natureza, São Paulo oferece caminhos que passam por araucárias, entram na mata, seguem por trilhas, acompanham rios e podem terminar diante de uma linda cachoeira. Em diferentes partes do estado, parques e áreas protegidas abrem espaço para caminhadas, observação de aves, passeios de bicicleta e atividades de aventura. São experiências que convidam a deixar de lado a correria do dia a dia e descobrir paisagens que muitas vezes estão mais perto do que se imagina.

Fortalecer e impulsionar o turismo de natureza está entre as frentes de trabalho da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), que atua na organização e na promoção de produtos e destinos turísticos desse segmento.

Uma das iniciativas mais recentes, por exemplo, foi o lançamento, neste ano, da Rede de Trilhas do Estado de São Paulo, criada por meio de resolução conjunta entre Setur-SP, Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e Fundação Florestal. A iniciativa visa implementar um sistema estadual integrado de trilhas de longo curso para que possa atuar em sinergia com a Rede Nacional de Trilhas e Conectividade. Além de facilitar o acesso a essas experiências, a rede busca aproximar conservação da natureza, atividade turística e valorização regional.

Ainda na temática Turismo de Natureza, a Setur-SP conta com ações e publicações como os guias turísticos SP Ecoaventura, Cicloturismo e de Experiências, que reúnem informações e sugestões para conhecer diferentes lugares do estado por outros caminhos, seja pedalando, caminhando ou escolhendo uma atividade de aventura para sair da rotina. 

Veja alguns destaques abaixo:

Parques estaduais

Em diferentes partes do Estado, os parques estaduais preservam áreas de Mata Atlântica e criam oportunidades de conhecer de perto ambientes que muitas vezes estão a poucos quilômetros dos destinos mais conhecidos. Mais do que escolher um parque, a ideia é escolher uma experiência.

Entre os destaques estão:

Horto Florestal em Campos do Jordão: Entre araucárias centenárias, trilhas e cachoeiras, o Parque Estadual de Campos do Jordão é um daqueles lugares em que vale a pena passar o dia. Criado em 1941, foi o primeiro parque estadual de São Paulo e reúne 8.341 hectares de Mata Atlântica de altitude, com mais de 180 espécies de aves catalogadas. Há caminhos para diferentes ritmos, como a Trilha da Cachoeira, que segue por 4,6 quilômetros até a Cachoeira do Galharada, e a Trilha dos Campos, com vista para a Mantiqueira.

Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí: A Unidade de Conservação na Serra da Mantiqueira reúne paisagens marcantes da região, com trilhas que levam à Pedra do Baú, ao Bauzinho e à Pedra da Ana Chata. Para quem gosta de caminhada e aventura, o percurso dos Três Cumes soma 13 quilômetros e cerca de 800 metros de desnível, com vistas abertas para as montanhas.

PETAR, no Vale do Ribeira: No sul do estado, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) leva a natureza para dentro da terra. O parque reúne mais de 300 cavernas catalogadas em uma das áreas de Mata Atlântica mais preservadas do Brasil. As trilhas atravessam a floresta até cavernas como Santana, Couto e Morro Preto, onde aparecem salões subterrâneos, formações geológicas e rios internos. O roteiro também pode incluir cachoeiras e piscinas naturais.

Parque Estadual Intervales: Ainda no Vale do Ribeira, o Parque Estadual Intervales aparece ao lado do PETAR entre os territórios que concentram cavernas, trilhas e áreas de floresta preservada. A região reúne rios, cachoeiras e caminhos de acesso a ambientes subterrâneos, além da possibilidade de observação da vida silvestre em uma paisagem marcada pela Mata Atlântica. É um destino para quem quer conhecer um território em que a natureza está presente tanto no caminho quanto nas formações escondidas sob a mata.

Trilhas de longo curso

Transmantiqueira: Para quem gosta de caminhar sem pressa e deixar a paisagem mudar aos poucos, o percurso paulista da Transmantiqueira é uma das grandes experiências de longo curso. O trecho paulista tem cerca de 350 quilômetros e acompanha a crista da Serra da Mantiqueira, na divisa com o Rio de Janeiro e a região de Campos do Jordão. Pelo caminho, entram em cena montanhas, campos de altitude, áreas protegidas e pequenas comunidades.

Caminho da Fé: Transforma a caminhada em uma viagem por paisagens rurais, cidades pequenas e trechos de Mata Atlântica. São aproximadamente 497 quilômetros entre Águas da Prata e Aparecida, passando por 23 municípios paulistas. No trajeto, a natureza divide espaço com igrejas, patrimônios históricos, comunidades e a rotina do interior.

Rota da Luz: Percorre cerca de 180 quilômetros passando por Mogi das Cruzes, Guararema, Santa Branca, Paraibuna, Redenção da Serra, Taubaté, Pindamonhangaba e Aparecida. A caminhada combina remanescentes de Mata Atlântica, áreas rurais e centros históricos com fazendas de café, antigas estações ferroviárias e patrimônios arquitetônicos dos períodos colonial e imperial. É um percurso que aproxima natureza, história e espiritualidade.


Fonte: GESP | Foto: Divulgação/ALESP

Saiba quais serviços do Metrô SP você pode consultar no portal do Poupatempo

Informações sobre objetos perdidos e declarações de ocorrência estão entre as opções disponíveis

As plataformas digitais do Poupatempo possibilitam a consulta e orientações de demandas de diversos órgãos, entre eles, o Metrô de São Paulo. É possível acessar desde o horário de funcionamento do sistema metroviário paulistano, orientações em caso de perda de objetos nas estações e até como solicitar declarações de atraso devido a ocorrências no transporte.

O aplicativo ou site do Poupatempo reúne orientações, documentação necessária e o direcionamento para cada demanda disponível. Basta pesquisar o assunto desejado para consultar as informações sobre o procedimento e conferir o passo a passo. Ao clicar em “Iniciar”, o usuário é redirecionado à página do Metrô SP que corresponde ao serviço, para que enfim possa dar prosseguimento à solicitação.

Confira os serviços disponíveis:

  • Obter declaração de ocorrências no Metrô
  • Transporte Metroviário – Linhas e estações
  • Programa de visitas monitoradas ao Metrô
  • Localizar objetos perdidos no Metrô
  • Viajar com bicicletas no Metrô
  • Viajar com animais domésticos no Metrô

Serviços digitais

O Poupatempo oferece mais de 4 mil serviços, sendo cerca de 3,5 mil disponíveis digitalmente. As opções podem ser acessadas pelo portal e aplicativo Poupatempo SP.GOV.BR, pelo WhatsApp, no número (11) 95220-2974, e nos 900 totens de autoatendimento distribuídos pelo Estado.


Fonte/Foto:Divulgação/GESP

Veja o que é ensinado e como fazer o curso do Protocolo Não Se Cale

Capacitação obrigatória para bares e restaurantes de SP orienta funcionários a como socorrer e acolher mulheres em situações de violência

O curso de capacitação do Protocolo Não Se Cale prepara funcionários de bares, restaurantes, casas noturnas e outros estabelecimentos de lazer de São Paulo para reconhecer situações de risco, prevenir a violência contra a mulher e oferecer acolhimento adequado às vítimas. O curso é obrigatório, por lei estadual, para pelo menos um funcionário de cada estabelecimento, mas também está aberto a qualquer pessoa interessada em se capacitar. 

Depois de concluir os 10 módulos do curso, o participante realiza uma avaliação com cinco perguntas, que vale 10 pontos. Após a aprovação, é emitido um certificado com carga horária de 15 horas no módulo de conclusão, emitido pela Univesp, Procon-SP e pela Secretaria de Estado de Políticas para a Mulher. A inscrição para o curso pode ser feita aqui: https://www.mulher.sp.gov.br/sec_mulheres/nao_se_cale. 

O que é ensinado no curso do Protocolo Não Se Cale?

A capacitação do Protocolo Não Se Cale tem início com a apresentação de diferentes formas de violência contra a mulher (física, patrimonial, psicológica e sexual) e explica que uma situação de risco também pode existir antes mesmo da ocorrência de uma agressão. Um conceito central na formação é o consentimento, inclusive nos espaços de lazer, apresentado como a concordância da mulher com determinada situação, reforçando que, quando ela diz “não”, sua decisão deve ser respeitada. A insistência pode caracterizar assédio. O curso também trata da autonomia da vontade, definida como o direito de a mulher exercer controle sobre suas próprias decisões sem coerção ou violência.

O curso apresenta o Signal for Help, gesto criado pela Canadian Women’s Foundation para permitir que uma pessoa comunique discretamente que precisa de ajuda. O sinal é feito em três movimentos: manter a palma da mão voltada para fora, dobrar o polegar e fechar os demais dedos sobre ele.

Uma das partes centrais da formação é o fluxo de atendimento previsto pela legislação paulista. Quando uma ocorrência é identificada, o atendimento deve ser feito em local seguro e reservado, afastado do agressor. O curso orienta que a prioridade seja o socorro à vítima, inclusive com acionamento do serviço médico de urgência quando necessário. O atendimento deve ser humanizado, acolhedor e respeitar a autonomia da mulher.

A capacitação estabelece que a vítima pode indicar uma pessoa para acompanhá-la. O estabelecimento deve oferecer esse acompanhamento até o veículo ou outro meio de transporte escolhido por ela ou comunicar a polícia. Durante o atendimento, deve haver ao menos uma terceira pessoa, preferencialmente mulher.

Em situações de maior risco, a orientação é não colocar a própria segurança em perigo. Caso haja um agressor armado ou uma situação que não possa ser controlada com segurança, o funcionário não deve tentar intervir diretamente. A recomendação é acionar a polícia e, sempre que possível, conversar previamente com a vítima sobre essa possibilidade, respeitando sua vontade.

O curso orienta que o atendimento seja feito com escuta ativa e empática, sem julgamentos, em local reservado e seguro, com atenção às necessidades da mulher e respeito à sua autonomia. A formação também aborda a prevenção da revitimização, orientando a evitar perguntas desnecessárias, culpabilização, comentários preconceituosos ou julgamentos, além de reforçar que o relato da vítima deve ser levado a sério independentemente de sua roupa, comportamento, consumo de álcool, estilo de vida, local da ocorrência ou eventual ausência de resistência física e marcas aparentes de violência.

A capacitação destaca ainda a importância de preservar documentos e imagens gravadas para eventual disponibilização aos órgãos de segurança.

A prevenção também faz parte das obrigações dos estabelecimentos. Cartazes físicos ou eletrônicos devem informar que existe disponibilidade para prestar auxílio à mulher que se sinta em situação de risco. O aviso deve estar em local de fácil visualização e no interior de todos os banheiros destinados às mulheres. 


Fonte/foto: Divuilgação/GESP

Santana de Parnaíba recebe Feira da Mulher Empreendedora neste fim de semana

Evento gratuito ocorre de sexta (11) a domingo (13), na Praça 14 de Novembro, com empreendedoras, gastronomia, música e atividades para o público.

A Feira da Mulher Empreendedora de Santana de Parnaíba terá uma edição especial de primavera neste fim de semana. O evento será realizado de sexta-feira (11) a domingo (13), na Praça 14 de Novembro, no Centro Histórico, com entrada gratuita.

A abertura acontece na sexta, a partir das 18h. No sábado, a feira funcionará das 10h às 22h, enquanto no domingo a programação será das 10h às 20h.

Além da exposição e comercialização de produtos e serviços, a programação reúne gastronomia, música, sorteios de brindes, espaços instagramáveis e oficinas de cuidados. A organização estima receber cerca de 3,5 mil pessoas durante os três dias.

A programação musical começa na sexta-feira, às 19h, com o cantor Tato Santana, no Coreto Maestro Bilo. No sábado, o DJ Cesar Flash Back se apresenta às 16h e, às 20h, é a vez da cantora Kivia Pascoal.

No domingo, o violinista Josué se apresenta ao meio-dia. Às 16h, a banda Nomades encerra a programação musical.

A feira é promovida pela Prefeitura de Santana de Parnaíba, por meio da Secretaria Municipal da Mulher e da Família, e tem como objetivo ampliar a divulgação dos negócios comandados por mulheres, estimular a comercialização de produtos e serviços e criar oportunidades de geração de renda.

A iniciativa também inclui uma etapa de capacitação para as participantes. Antes de cada edição, são promovidas palestras e cursos sobre temas relacionados à gestão dos negócios, vendas, marketing, liderança, networking e estratégias comerciais.

Nesta edição, a capacitação ocorreu em 25 de agosto, com a palestra “De Empreendedora a Empresária: como transformar seu negócio em uma empresa que cresce”, ministrada por Alexandre de Paula.

Criada em 2020, a Feira da Mulher Empreendedora surgiu com a proposta de apoiar microempreendedoras afetadas pela pandemia de Covid-19. Desde então, segundo a Prefeitura, o projeto passou a funcionar também como espaço de divulgação, comercialização e conexão entre empreendedoras e consumidores.

Programação musical

Sexta-feira (11)
19h — Tato Santana — sertanejo

Sábado (12)
16h — DJ Cesar Flash Back
20h — Kivia Pascoal — sertanejo

Domingo (13)
12h — Josué — violinista
16h — Nomades — rock

Serviço

Feira da Mulher Empreendedora — Especial Primavera

Local: Praça 14 de Novembro, Centro Histórico, Santana de Parnaíba
Entrada: gratuita

Sexta-feira (11): a partir das 18h
Sábado (12): das 10h às 22h
Domingo (13): das 10h às 20h


Foto: Marcio Koch/PMSP

Dinheiro esquecido nos bancos sobe para R$ 5,65 bilhões

O total de dinheiro “esquecido” em bancos e outras instituições financeiras chegou a R$ 5,65 bilhões em julho, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (8). O valor representa alta em relação aos R$ 5,12 bilhões registrados em junho.

Do montante disponível, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas. Outros R$ 1,40 bilhão podem ser resgatados por aproximadamente 2,19 milhões de empresas.

Os recursos podem ser consultados gratuitamente pelo Sistema de Valores a Receber (SVR), serviço do Banco Central que permite localizar valores deixados em bancos, administradoras de consórcios, cooperativas, instituições de pagamento e outras empresas do sistema financeiro.

Maioria recebe pouco

Apesar do volume bilionário disponível, a maior parte dos beneficiários tem valores relativamente baixos para resgatar.

Segundo o Banco Central:

•  69,45% têm entre R$ 0,01 e R$ 10;

•  18,97% têm entre R$ 10,01 e R$ 100;

•  9,35% têm entre R$ 100,01 e R$ 1 mil;

•  apenas 2,22% têm mais de R$ 1 mil.

Os valores podem ter diferentes origens, como contas encerradas com saldo, tarifas cobradas indevidamente, recursos de consórcios encerrados e cotas de cooperativas de crédito.

Onde estão

Os bancos concentram a maior parcela dos recursos ainda disponíveis. Administradoras de consórcios e cooperativas aparecem na sequência.

O dinheiro está distribuído da seguinte forma:

•  Bancos: R$ 2,38 bilhões;

•  Administradoras de consórcio: R$ 1,96 bilhão;

•  Cooperativas: R$ 762,7 milhões;

•  Instituições de pagamento: R$ 353,4 milhões;

•  Financeiras: R$ 114,6 milhões;

•  Corretoras e distribuidoras: R$ 69,4 milhões;

•  Outras instituições: R$ 4,5 milhões.

Total devolvido

Desde a criação do Sistema de Valores a Receber, o Banco Central já devolveu mais de R$ 16 bilhões aos titulares.

Até julho, cerca de R$ 11,9 bilhões haviam sido destinados a pessoas físicas e aproximadamente R$ 4,2 bilhões, a empresas.

Somando os valores já devolvidos ao estoque que continua disponível, o sistema identificou cerca de R$ 21,8 bilhões em recursos a receber.

Em julho, aproximadamente R$ 323 milhões foram resgatados.

Remanejamento para Desenrola

Parte dos recursos que estavam disponíveis no sistema foi utilizada pelo governo federal para programas de renegociação de dívidas.

Valores cujos direitos foram repassados à União foram destinados ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), usado para viabilizar garantias em programas como o Desenrola.

A movimentação desses recursos contribuiu para a redução do estoque disponível nos meses anteriores. Em julho, porém, o montante voltou a subir.

Como consultar

A consulta pode ser feita gratuitamente no Sistema de Valores a Receber do Banco Central. Na consulta inicial, o cidadão informa o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e data de nascimento. Empresas devem utilizar o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e os dados pedidos pelo sistema.

Caso existam valores disponíveis, é necessário acessar o sistema com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro para solicitar o resgate.

O correntista deve seguir os seguintes procedimentos:

•  Acessar o Sistema de Valores a Receber;

•  Informar CPF e data de nascimento ou CNPJ;

•  Consultar a existência de valores;

•  Entrar no sistema com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro;

•  Ler e aceitar o termo de responsabilidade;

•  Conferir o valor e a instituição responsável pela devolução;

•  Pedir o pagamento conforme as opções apresentadas.

Quando disponível a opção “Solicitar por aqui”, o dinheiro pode ser devolvido por Pix. Para quem não possui Pix ou não pode utilizar essa modalidade, o sistema apresenta a alternativa de contato direto com a instituição financeira.

Resgate automático

Desde maio de 2025, pessoas físicas também podem habilitar o pedido automático de devolução de valores a receber. 

A adesão é facultativa. Para utilizar a funcionalidade, é necessário ter uma conta Gov.br de nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas ativada, além de uma chave Pix vinculada ao CPF.

Com a função habilitada, os valores elegíveis são depositados automaticamente na conta cadastrada, sem a necessidade de uma nova requisição a cada recurso identificado.

Atenção aos golpes

O Banco Central alerta que o serviço é gratuito e que a consulta deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais.

O BC não envia links nem entra em contato para solicitar dados pessoais ou senhas relacionados aos valores a receber. O cidadão também não deve fazer pagamentos para liberar o dinheiro.

Entre as principais recomendações estão:

•  não clicar em links recebidos por SMS, WhatsApp, Telegram ou e-mail;

•  não fornecer senhas ou códigos de autenticação;

•  não pagar taxas para receber os valores;

•  conferir a instituição responsável diretamente no SVR;

•  utilizar somente os canais oficiais do Banco Central.

O sistema também permite consultar valores de pessoas falecidas. Nesse caso, o acesso é restrito a herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais, que precisam cumprir as exigências previstas pelo sistema.


Fonte/foto: Ag. Brasil

Mega-Sena acumula para R$ 76 milhões; confira os números sorteados

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.055 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (8). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 76 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 01 – 11 – 36 – 43 – 48 – 49

  • 54 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 34.793,09 cada
  • 2.787 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.111,21 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (10), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.


Foto: Rafa Neddemeyer/Ag. Brasil